As principais entidades médicas de classe afirmam ter recebido com surpresa as mudanças propostas pela presidente Dilma Rousseff para os cursos de Medicina no País. Segundo dirigentes, apesar de longas reuniões e dos grupos de estudos formados em conjunto com o governo para discutir a questão da saúde, as medidas anunciadas foram tomadas de forma unilateral. Nesta segunda-feira (8), entre outras ações, foi anunciado um plano para que os cursos passem de seis para oito anos a partir de 2015 e que os estudantes dediquem dois anos de trabalho aos serviços públicos de saúde. “Ficamos bastante surpresos, pois não houve discussão sobre estas ações específicas com a classe médica”, afirma Renato Azevedo Junior, presidente do Conselho Regional de Medicina do […]
Entidades médicas criticam medidas de Dilma para a saúde
por Carlos Britto // 09 de julho de 2013 às 06:20



Sentimentos de pesar aos familiares e amigos Jesus Ramos e que Deus o receba em outro plano de vida.