Devoção e vida de gado: Vaqueiros lotam missa em Sobradinho

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Missa dos Vaqueiros 1Missa dos Vaqueiros 2Ainda repercute em Sobradinho, no Norte da Bahia, o sucesso da 11ª edição do Forró do Vaqueiro. Na manhã de ontem (7), várias pessoas participaram da tradicional missa, desde crianças e religiosos a vaqueiros vestidos a caráter. Juntos, eles pediram bênçãos e chuva para o homem do Sertão.

Logo depois, os vaqueiros participaram do Forró da Espora. A programação foi encerrada com as apresentações de Gabriel Diniz, Forró da Curtição e Edson e Bruno. Segundo a assessoria de comunicação da prefeitura, cerca de 8 mil pessoas acompanharam os shows durante os três dias de festa.

4 COMENTÁRIOS

  1. Missa, cachaçada e gastos com muita folia para um trabalho em extinção, com saldo minúsculo sem qualquer tradição. De carona na modernidade, o vaqueiro trocou o cavalo por uma moto, o gibão por um blusão, o chapéu de couro por um capacete, etc… À essa altura dos tempos, é no mínimo uma piada homenageá-lo!

    • Como em todo evento, temos o lado profano e religioso, pra vc Sr. leonel Martins que fala que está em extinção, precisa conhecer as caatingas do Sertão, as cidades de Afrãnio, Dormentes, Sobradinho, povoado de Piçarrão, Sento Sé, com certeza vai ver que não está em extinção. com certeza vc não sabe de onde vem o couro do seu sapato, nem o leite que v. Sª toma todas as manhãs. E pra vc que não sabe, a esta altura dos tempos, está sim sobrevivendo, não só no Nordeste mas no Norte, sul e Centro Oeste, hoje a vaquejada é o maior e úinico esporte tipicamente Nordestino, inclusive, fazendo eventos maior que os rodeios. Movimentando milhões em dinheiro e empregos. Então dá licença e manda Boi que to prontin!!!!!!!!!!!

  2. Conheço muito bem quase todas essas regiões e acho que a desinformação está com aqueles que, sem saber para onde irem estão sendo levados, à exemplo dessa festança sob articulação política, e com êxito dado pelos quantos se dão facilmente ao esquecimento da gravidade da estiagem . . . Aos adéptos da perversão que vemos nas gloriosas vaquejadas, poucos sabem que a contagem regressiva dela vem acontecendo em Brasília. Sei, portanto, muito mais do que sobre extinção do vaqueiro que hoje, se não é motoqueiro está acomodado nos rendimentos de bolsa família e/ ou de tantas outras esmolas que o Governo denomina Bolsas!

  3. Dizer de fundamentos dessa festa que pôs à mostra coligados com rastros que vão da zona urbana até o Canal da Batateira, não é uma piada maior pela notável ausencia do ex-prefeito Silva! Ignorar que o governo vem minimizando a sêca com cisternas que sabemos que não serão permanentemente abastecidas, e em meio a essa vitrine de manequins trajados de vaqueiros achar que está tudo bem, prefiro não comentar. E quanto ao Piçarrão, Dona Kelly, a profissão que mais ocupa por lá é a de caçador de tatús, caititús e de outros silvestres da caatinga (tambem explorada por nossas lideranças). . .!

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