Um ano e meio após ser iniciada, a obra da transposição do rio São Francisco, em trechos ao longo de sua rota, ainda se resume a estacas de madeira que, fincadas em meio à caatinga, marcam onde passarão os canais levando água a regiões secas. Por enquanto, carroças puxadas por jegues levam tambores com água barrenta a moradores dessa parte da obra. Eles têm antenas parabólicas e podem chamar a carroça por celular, no serviço “disque-jegue”, mas enfrentam racionamento de água para beber.Nos dois trechos onde haverá captação da água no rio, em Cabrobó e Floresta, no sertão pernambucano, desde junho de 2007 o Exército abre canais e constrói reservatórios. É a parte mais adiantada do projeto. Responsável pela transposição, […]
Um ano após, transposição é lenta em grandes trechos
por Carlos Britto // 04 de janeiro de 2009 às 22:00



Parabéns Tadeu Alencar, por seguir apoiando em primeiro lugar a reeleição do presidente Lula e na defesa da democracia