Com contas públicas no vermelho, a possibilidade de nova fonte de receita impulsionou o debate sobre a legalização e consequente taxação dos jogos de azar. O Congresso tem dois projetos prontos para votação, um na Câmara e outro no Senado, mas entidades ligadas à Receita Federal (RF), à Polícia Federal (PF) e ao Ministério Público (MP) avaliam que o Brasil não está preparado para combater crimes advindos da legalização de jogos, como corrupção, sonegação e lavagem de dinheiro. Sem tradição de exploração do setor, a prática acabou se tornando um tabu no País. “O tema é tratado com viés moralista e religioso no Brasil, enquanto o mundo inteiro trata o jogo como uma indústria que paga imposto para o Estado”, […]
Em defesa dos jogos de azar, senador FBC afirma que legalização geraria R$ 30 bi por ano ao país
por Carlos Britto // 05 de dezembro de 2016 às 19:54



Qd ouvirem essas palavras Deus pátria e família pode cair fora. São bandidos enganador de trouxa