Não bastassem as longas e exaustivas sessões da Casa Plínio Amorim, ao estilo ‘Corujão da Madrugada’, os jornalistas e radialistas que fazem a cobertura semanal dos trabalhos plenários dos vereadores ainda são obrigados a se deparar com outro percalço: as condições de trabalho insatisfatórias. A sala de imprensa, que na prática é de todos (menos da imprensa), é quase um cubículo e oferece pouco conforto aos profissionais, que reclamam também das cadeiras quebradas e do serviço de internet no local. A atual presidência da Mesa Diretora havia prometido investimentos em infraestrutura para a imprensa que faz a cobertura do Legislativo Municipal. Mas por enquanto, apenas promessas. Nada mais que isso.
A Casa Plínio Amorim, o trabalho da imprensa e as promessas de papel
por Carlos Britto // 07 de outubro de 2015 às 10:01



Nessa tempo esse terminal era de fazer inveja ao terminal de Petrolina, tinha local pra sentar barracas de lanches e…