Colocar a família na política como poder de continuidade não é novidade em Petrolina. Osvaldo Coelho colocou o filho Guilherme, Gonzaga Patriota colocou o filho Gennedy, Fernando Bezerra colocou os dois filhos, Fernando Filho e Miguel, Ranilson Ramos colocou Lucas Ramos, Adalberto Cavalcanti colocou a mulher na prefeitura de Afrânio. Uma festa das capitanias hereditárias. Agora duas mascaras caem com força: O prefeito Julio Lossio, que criticava abertamente a prática, já colocou o filho como presidente municipal do PMDB e Odacy Amorim, que se coloca como diferente acaba de recolocar a esposa Dulcicleide Amorim na presidência do PP, partido que já tinha lhe abandonado na última eleição. Quando é com os outros a crítica, quando o interesse é pessoal, pode. […]
A política de Petrolina e a incoerência nas posições
por Carlos Britto // 15 de março de 2016 às 07:40



Tinha crianças no local , tinha idosos e familias. Porquê não punir , porquê não chamar a polícia? Dê repente…