Diretor-presidente da AMMA apresentará no Recife projeto para livrar tatu-bola da extinção

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Gleidson AMMAO diretor-presidente da AMMA, Gleidson Castro, vai apresentar nesta sexta-feira (30), em reunião no Conselho Estadual de Meio Ambiente, no Recife (PE), às 9h, o projeto do Parque Tatu-Bola do Semiárido. A ideia, que nasceu em conjunto com a Universidade Federal do Vale do São Francisco, Secretaria Estadual de Meio Ambiente e Prefeituras de Lagoa Grande e Santa Maria da Boa Vista, tem o propósito de preservar o bioma Caatinga.

Gleidson, como integrante do Conselho, defenderá a importância do equipamento público para a região. De acordo com estudos do Centro de Referência para Recuperação de Áreas Degradadas da Caatinga (Crad) da Univasf, coordenado pelo professor José Alves de Siqueira, as áreas mais propícias para a instalação das unidades de conservação compreendem os três municípios.

Para o diretor-presidente da AMMA é oportuno aproveitar um momento como este, em que o nome do tatu bola (mascote da Copa do Mundo 2014) será propagado, para chamar a atenção da sociedade sobre a importância desta espécie e, sobretudo, alertar para o risco de sua extinção. As informações são da assessoria da PMP.

5 COMENTÁRIOS

  1. Essa história de preservação do bioma da caatinga ou é balela ou tá chegando tarde de mais. É chegar aqui pertinho há 55 km no povoado de Pau-Ferro distrito de Petrolina e verem o quanto já foi destruído desnecessariamente o bioma de lá. E parece que ninguém viu.

  2. A criação do Parque de conservação do Tatu-bola, durante a copa do mundo, é um importante início para que voltem os olhos para a Caatinga, bioma frequentemente esquecido e pouco conhecido pelos próprios brasileiros. Essa oportunidade se faz única, já que o Brasil será foco de todo o mundo, e o mascote da copa é o tatu-bola, ameaçado de extinção devido á atividade de caça ilegal e á destruição do ambiente. Não acho que seja tarde de mais, essa é a hora certa de agir, e se há partes da Caatinga tão próximas e destruídas, não esqueçamos quem são os culpados. Nós mesmos!

  3. O Parque de Conservação do tatu-bola é uma necessidade urgente para a Caatinga. É claro que ações como essa já deveriam ter sido tomadas há tempos, antes que chegássemos ao caos em que estamos atualmente, mas a realidade do Brasil é que nem governos nem a população importam-se com questões como essa, dando prioridades a coisas como o futebol, por exemplo. Então a oportunidade chegou, vamos aproveitar que os olhos do mundo estão olhando para nós e para o tatu-bola, escolhido mascote para a copa do mundo, e vamos lutar pela criação do parque de conservação, deixando bem claro que esse projeto nasceu DENTRO da Universidade Federal do Vale do São Francisco e não em conjunto com ela, como diz na matéria. Foi criado pelo professor José Alves de Siqueira Filho e colaboradores que acreditam nesse projeto, como também foi o professor quem apresentou o projeto na reunião do conselho, em Recife, e não esse senhor Diretor-presidente do AMMA, como destacado na matéria. O que eu, pessoalmente, vejo aqui é alguém tentando se apropriar de um projeto alheio pra ganhar visibilidade. Mas torço para que o senhor Gleidson Castro realmente esteja apoiando o projeto para criação do Parque de Conservação do Tatu-bola.

  4. Querido Carlos Brito acredito que houve um equívoco em sua reportagem, quem apresentou o projeto em Recife PE foi o professor Dr. José Alves Siqueira Filho, este sim esta atuando com braço forte nesta causa. Ele que idealizou a criação do Parque Tatu Bola. É importante saber a verdade sobre os fatos afinal o seu blog é um dos mais visitados de Petrolina. Espero ter contribuído.

  5. A criação do Parque Tatu-Bola é um projeto importante elaborado pelos professores Drs. José Alves Siqueira Filho e Rene Geraldo Cordeiro Silva Junior, que juntos as instituições citadas no texto acima, proporam ao Governo brasileiro e a FiFa o desafio de estabelecer a unidade de conservação para o Tolypeutes tricinctus (Tatu-Bola). Este projeto já havia sido apresentado em várias assembleias, porém devido as burocracias existentes e o descaso por parte das entidades, contactadas para encaminhar a proposta a votação, faz com que a resolução caminhe a passos lentos. Ações a favor da existência desse Parque foram, e continuam sendo, feitas anteriormente a intervenção do diretor-presidente da AMMA, Gleidson Castro. Assim, mesmo sendo importante a sua defesa a favor da unidade, vamos dar créditos a quem os merecem.

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