A cada 90 minutos uma mulher é assassinada no Brasil. Os números são alarmantes e vão de encontro a conquistas como a Lei 11.340 (conhecida como Lei Maria da Penha), implantada há sete anos com o intuito de inibir a violência contra as mulheres. Para as representantes da União Brasileira das Mulheres (UBM) em Petrolina, professoras Socorro Lacerda e Jussara Barbosa, os dados só servem de alento para continuarem na luta por investimentos em políticas públicas que reforcem essa conquista. E, segundo elas, o Dia Internacional da Mulher – comemorado neste sábado (8) – deve ser apenas um dos instrumentos. “Nossa luta tem de ser permanente. Precisamos fazer com que as mulheres parem de ser assassinadas”, declara Socorro, que não […]
Às vésperas do Dia da Mulher, representantes da UBM de Petrolina lamentam falta de políticas públicas que reforcem conquistas
por Carlos Britto // 07 de março de 2014 às 13:30



Os profissionais desta escola adaptada em um galpão deveria ser interditado pelos órgãos competentes. Mas parece que estão esperando acontecer…