Depois que o estudante Paulo Sigernando da Silva, 14 anos, morreu com sintomas de difteria (febre, dificuldade respiratória, edema de pescoço e dor na garganta) em Salgueiro (PE), no Sertão Central, apareceram outras três pessoas no Estado com o quadro clínico semelhante – todas adultas. Os casos ainda são suspeitos, mas já acende o alerta para o fato de que vacina, inclusive contra difteria, não é só assunto de criança. Os irmãos gêmeos de Paulo, de 19 anos, que estão internados no Hospital Universitário Oswaldo Cruz (HUOC), em Santo Amaro, área central do Recife, passam bem. Eles apresentavam sinais brandos da doença e agora já estão sem febre e lesões na garganta. “Sabemos que, embora tenham feito o esquema vacinal […]
O articulista é bolsonarista, assim demonstram seus textos. Defender a ignorância e truculência de um sujeito homofóbico, sexista e agressivo…