Desde a última segunda-feira (1) vários grupos de caminhoneiros iniciaram uma movimentação para que todos os motoristas de carga comecem a parar e interditar as vias em todo país. Nessa terça-feira muitas estradas foram interditadas e na manhã desta quarta-feira a situação se intensificou.
Os manifestantes reclamam do preço dos combustíveis, que sofreram um novo aumento esta semana. A Petrobras anunciou, na segunda (1), novo reajuste nas refinarias de 4,8% na gasolina e 5% no diesel. Isso significa uma alta de R$ 0,12 no preço da gasolina para R$ 2,60 por litro e um acréscimo de R$ 0,13 no diesel para R$ 2,71 por litro.
O reajuste passa a valer nesta terça (2). Já o preço médio do gás de cozinha (GLP) para as distribuidoras passará a ser de R$ 3,05 por kg (equivalente a R$ 39,69 por 13 kg), refletindo um aumento médio de R$ 0,15 por quilo (equivalente a R$ 1,90 por 13 kg).
Para os organizadores dos protesto, a população não deve abastecer os veículos particulares para não faltar combustível nos postos para carros da polícia, Samu e Corpo de Bombeiros. Em Petrolina (PE) e Juazeiro (BA) a movimentação ainda é tímida, mas segundo alguns motoristas autônomos, a pressão por uma paralisação tem ficado cada vez maior.
Tinha crianças no local , tinha idosos e familias. Porquê não punir , porquê não chamar a polícia? Dê repente…