Numa região onde a lenha da caatinga costuma ir parar nos fornos das calcinadoras de gesso, também antigas adeptas dos combustíveis fósseis, a Lafarge vem se destacando por utilizar apenas biocombustíveis. Na unidade de Araripina, no Sertão, a palavra que está sempre na ordem do dia é sustentabilidade. Parte dos resíduos decorrentes da fabricação do gesso em pó, massas e colas para o sistema drywall retorna ao processo produtivo e a outra parte é destinada à construção de casas na região. “Hoje nosso resíduo é zero. Buscamos a eficiência máxima na redução de resíduos e o que não conseguimos reduzir encaminhamos para a transformação“, afirma a gerente Luciana Campos. A Lafarge utilizou sobras do material na construção dos muros da […]
Fábrica em Petrolina e Araripina investe em sustentabilidade
por Carlos Britto // 04 de maio de 2010 às 15:48



E sem água desde ontem e ninguém sabe de nada