Aos gritos de “Somos Todos Beatriz” e “Queremos apenas justiça!”, familiares da menina Beatriz Angélica Mota, de sete anos, assassinada cruelmente a facadas durante um evento festivo de final de ano no Colégio Nossa Senhora Auxiliadora, em Petrolina, saíram mais uma vez às ruas da cidade. Este foi o terceiro ato público em menos de dois meses do crime que abalou a região.
Caso Beatriz: Em novo ato público, manifestantes pressionam secretário de Paulo Câmara por agilidade para solução do crime
por Carlos Britto // 18 de janeiro de 2016 às 16:56



É alarmante observar o crescimento contínuo da produção e do tráfico de entorpecentes em escala global. Essa atividade não apenas…