Responsável pela identificação do vírus zika em dois embriões com microcefalia, a médica Adriana Melo defendeu nesta quinta-feira (25), a mudança na classificação da doença. Ela afirma haver casos de crianças que nascem com perímetro cefálico igual ou superior a 32 centímetros, mas com problemas importantes na estrutura do cérebro. “Esses bebês apresentam também edemas, algo que acaba impedindo a identificação da má-formação”, assegura.
Médica que associou zika à microcefalia quer nova classificação para a doença
por Carlos Britto // 26 de fevereiro de 2016 às 10:01



Tinha crianças no local , tinha idosos e familias. Porquê não punir , porquê não chamar a polícia? Dê repente…