Quatro meses após o secretário de educação da Bahia, Adeum Sauer, assumir compromisso com o Ministério Público Estadual de acabar com os “contratos” de Prestação de Serviço Temporário (PST) nas escolas baianas, ainda há professores em sala de aula atuando sob esse regime, o que é considerado uma “aberração jurídica” pelo MP. A secretaria de educação informa que a situação já começou a ser regularizada mas admite que, antes do início da substituição, em junho, havia cerca de 470 docentes contratados por PST em Salvador e em torno de 350 no interior baiano. De acordo com a promotora de justiça do Ministério Público baiano, Rita Tourinho, a situação é inaceitável. “A educação na Bahia está completamente irregular. O Ministério Público tem […]
MP afirma que educação na Bahia está “completamente irregular”
por Carlos Britto // 26 de julho de 2009 às 17:20



Infelizmente só fiquei sabendo do falecimento do meu amigo de infância Givaldo Araújo vulgo cuncum e muito triste saber que…