No debate de ontem (10) na Casa Plínio Amorim, que abordou um programa do Governo de Pernambuco para combater a violência contra mulheres, além dos sete anos de implantação da Lei Maria da Penha, uma coisa ficou muito clara: as políticas públicas destinadas a essa área ainda são tímidas – para não dizer inócuas. Em Petrolina, por exemplo, a maior cobrança de entidades feministas como a União Brasileira de Mulheres (UBM) é o plantão 24 horas da Delegacia de Atendimento Especializada (DEAM), uma vez que o maior número de casos de agressões às mulheres ocorre aos finais de semana. Por enquanto, o governo do estado está apenas na promessa.
Mulheres ainda vulneráveis
por Carlos Britto // 11 de outubro de 2013 às 10:30



Todo ano é esse blá-blá-blá e eles continuam indo e pagando taxas para prefeitura.