Uma baiana de Curaçá, no norte do Estado, teve o pai assassinado em 1996, quando tinha 14 anos, se formou em Direito, virou advogada e, na última terça-feira (27), mais de 20 anos depois, atuou no julgamento que condenou o homem acusado pelo crime. Após a sentença, que condenou Adão Gonçalves da Silva a 16 anos e quatro meses de prisão em regime fechado, Janicleia de Souza Soares revelou que havia prometido diante do caixão do pai que iria em busca do homem apontado pelo homicídio. “A promessa que eu fiz no dia da morte dele, no caixão dele, de que a pessoa que cometeu aquele crime iria pagar, iria ser condenado. E ele foi condenado, apesar do tempo. Mas […]
Após ter pai assassinado em Curaçá, mulher se torna advogada e ajuda a condenar acusado do crime mais de 20 anos depois
por Carlos Britto // 29 de agosto de 2019 às 14:31



Prefeito do ricos, classe que ele passou a integrar depois que passou à condição de prefeito fantoche. Politicas públicas "desse…