Professores readaptados de Petrolina terão nova carga horária

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A Prefeitura de Petrolina publicou a instrução normativa 11/2017, corrigindo as cargas horárias dos professores na situação de readaptação. O anúncio foi feito em reunião com os servidores, ontem (12), no auditório do Igeprev. De acordo com a lei que estava vigente desde o ano de 2015, os servidores readaptados teriam que desempenhar suas atividades em apoio pedagógico ou auxiliando nas funções administrativas das escolas com jornada de 8 horas por dia. Com a nova normativa, os professores que estão nessa situação passarão a trabalhar 6 horas diárias para quem tem 200 horas; 4 horas, para 100 horas; e 5 horas, para 150 h.

“Era uma reivindicação antiga, justa e que a gestão atual decidiu atender. Com isso, demonstramos mais uma vez nosso compromisso para valorizar os servidores, em especial os profissionais da educação”, frisou o prefeito Miguel Coelho, que esteve presente no evento.

Para o presidente do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Petrolina (Sindsemp), Walber Lins, a antiga regra estava prejudicando os trabalhadores, pois eles não tinham tempo para prosseguir com o tratamento médico. “Várias reuniões aconteceram entre a gestão e sindicato, até chegar a essa Instrução Normativa que, com certeza, só beneficia o servidor”, pontua. “Esta é uma luta do sindicato desde a gestão anterior, na qual não foi possível reverter esse quadro de injustiça”, completou o dirigente sindical.

Demanda

Além de explanar as questões da normativa, o encontro foi a oportunidade da Secretaria de Educação ouvir a demanda dos professores readaptados. “Foi um momento de escuta, de atenção. Os professores estavam abafados, precisando ser ouvidos. Muitos falaram, choraram e pontuaram as suas questões”, comentou  a secretária Maéve Melo. (foto/divulgação)

2 COMENTÁRIOS

  1. O cargo de professor deve ser o mais penoso do mundo, para mais de 1/3 está readaptado. Isso é o lado ruim do concurso público. Pessoas ingressam no serviço público não por vocação, e sim pela estabilidade e remuneração acima da iniciativa privada. Depois reclamam dos contratos administrativos. E o dinheiro do contribuinte indo para o ralo.

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