Osinaldo comenta sobre projeto do Executivo para isentar de IPTU templos em espaços alugados, mas desconversar sobre Ação de Graças

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Crédito da foto: Jean Brito/CMP divulgação

Depois de uma luta de pelo menos dez anos, a bancada evangélica na Casa Plínio Amorim conta as horas para ver aprovado um projeto de lei, de autoria do Executivo Municipal, que isenta do Imposto Predial Territorial Urbano (IPTU) os templos em espaços alugados. A proposta, que obrigatoriamente tem de partir do Executivo por se tratar de questão financeira, deverá ser analisada em plenário na sessão desta quinta-feira (19), e contempla também outras religiões.

Um dos que representam os evangélicos no Legislativo e pertencem à base aliada, o vereador Osinaldo Souza (PTB) não escondeu sua alegria com o projeto, que deve ser aprovado na Casa. “É uma batalha antiga, desde meu outro mandato, ou seja, quase dez anos. Agora Miguel (Coelho) atende o pleito da bancada evangélica e dos demais vereadores. As igrejas evangélicas, católicas, os templos espíritas…todos serão beneficiados com essa medida justa do prefeito Miguel Coelho”, comemorou.

Osinaldo frisou que a lei federal já garante essa isenção a templos com sede própria. No entanto, ele destacou que Miguel sai na frente em nível municipal, uma vez que tramita no Congresso um projeto semelhante. O vereador afirmou ainda que a isenção do tributo vai representar um grande alívio a essas instituições, que desempenham função filantrópica em Petrolina.

Perguntado sobre uma suposta “ciumeira” em relação à noite de Ação de Graças voltada à comunidade evangélica, que nasceu de uma sugestão sua e foi incluída pelo prefeito na programação dos 124 anos de emancipação política do município, Osinaldo minimizou a questão. “Esse é um pleito antigo. Eu sei que muitos pediram aos prefeitos anteriores, mas agora Miguel Coelho coloca um culto em Ação de Graças pelo aniversário de Petrolina. eu acredito que ele vai estabelecer isso todos os anos. Mas o que interessa não é quem seja o pai da criança. O que interessa é que a gente conseguiu”, finalizou.

3 COMENTÁRIOS

  1. Esse projeto deve ser barrado por violar o princípio da isonomia do direito tributário. Está mais do que na hora de igrejas pagarem impostos. Todos são iguais perante o Estado, não há razão de haver essa distinção. Ou todo mundo paga, ou ninguém paga. Eu fico com a segunda opção.

  2. ‘A Cesar o que é de Cesar; a Deus o que é de Deus’. Essa passagem da Bíblia não querem ler. Infelizmente vem sendo esse o papel de político evangélico no Brasil: proteger o dinheiro das igrejas, deixando para trás o IDE DO SENHOR. O juízo será sem misericórdia. Ao invés de darem testemunho, escandaliza e afastam as pessoas da igreja e a torna alvo de ataquem. Ainda bem que a verdadeira igreja não precisa de político, por tem o Espírito Santo. Deus seja eternamente louvado.

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