Marchantes de Petrolina reúnem-se com Osório para intermediar questão do matadouro

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marchantes_640x480O prefeito interino de Petrolina, Osório Siqueira, recebeu esta semana um grupo de marchantes que administra atualmente o matadouro público. Eles querem um posicionamento de Osório acerca de uma recomendação emitida pelo Ministério Público de Pernambuco (MPPE), há cerca de sete meses, o qual definiu que a partir do dia 1º de agosto desse ano o abate de bovinos seja realizado pela empresa Abatal, em Juazeiro.

Ocorre que, de lá para cá, muita coisa mudou no matadouro. E para melhor. A começar por uma dívida de quase R$ 400 mil deixada por dois administradores do matadouro e saneada pelo grupo, que tem à frente o marchante Josivan Barbosa, o ‘Josa’.

Também foram feitas melhorias estruturais no local, cobradas pelo MPPE. Por outro lado, segundo Josa, a Abatal perdeu o Selo de Inspeção Fiscal (SIF) que garante o livre trânsito da carne abatida num raio de 300 km.

Isso significa dizer que não vamos poder transportar a carne dos animais abatidos em Juazeiro para Petrolina. Não sei se a promotora desconhece, mas se desconhece precisar tomar conhecimento para nos dizer como devemos nos comportar diante desta situação”, explicou.

Promessa

Mesmo que pudessem levar os animais para a Abatal, Josa afirma que as altas taxas cobradas pela empresa inviabilizaram o abate. Como se não bastasse, ela afirma que a prefeitura ainda não cumpriu sua parte no acordo. Segundo Josa, os marchantes teriam uma linha de crédito para poderem adquirir balcões de refrigeração da carne nas feiras livres da cidade. Mas os boxes sequer foram feitos até o momento. Como a representante do MPPE, promotora Ana Rúbia Torres, está de férias, o gerente do matadouro espera que o prefeito interino possa intermediar a questão.

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