Familiares de comunitário desaparecido há um mês em Petrolina buscam respostas para mistério

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Fotos: divulgação

Há um mês os familiares do comunitário José Raimundo da Silva Barbosa cobram das autoridades policiais de Petrolina respostas para seu desaparecimento. Morador do Residencial Vivendas I, ele saiu de casa no último dia 4 de abril a convite de Emerson Dyego Meirelles Macedo, o qual também está desaparecido.

O problema desse mistério envolvendo os dois é a versão das histórias contadas pelas suas respectivas famílias. A de José Raimundo relatou que Emerson Dyego foi até sua casa chamá-lo para ir buscar uma motocicleta que teria comprado. A esposa de Emerson, no entanto, nega a informação justificando que seu marido não teria dinheiro para tal compra.

Enquanto José Raimundo é descrito pelos parentes como um “homem honesto e trabalhador, casado há 25 anos, pai de 4 filhos, e nunca dormiu fora de casa”, a família dele teria descoberto que Emerson estaria envolvido em tentativa de roubo de carro e foi preso em flagrante no último dia 14 de março, sendo liberado da Penitenciária Dr.Edvaldo Gomes alguns dias depois, após a esposa apresentar um laudo médico apontando que ele sofria de transtorno bipolar.

Também ficamos sabendo de suas tentativas de aplicar outros golpes como efetuar depósitos com envelope vazio na conta de um dono de loja de veículos. Inclusive soubemos que esse comerciante chegou a receber ameaças por não liberar o veículo sem a confirmação dos depósitos, um dia antes do desaparecimento deles”, informaram a este Blog.

Desinteresse

Outros detalhes estão intrigando os familiares de José Raimundo. O primeiro deles é que a companheira de Emerson, a qual se declarou esposa do mesmo ao registrar a ocorrência do seu desaparecimento, declarou-se ex-esposa para os parentes de José Raimundo. Também não estaria se mostrando interessada em descobrir o paradeiro de Emerson, segundo eles.

A família de José Raimundo descobriu também que ela, mesmo sabendo ter sido Emerson quem o chamou para sair, disse à polícia justamente o contrário. Os familiares informaram ainda que desconheciam o laudo médico de Emerson até o dia em que ele foi liberado do presídio, dias antes de desaparecer.

Polícia

A angústia entre os familiares do comunitário aumenta porque a Polícia Civil (PC) já ressaltou que os procedimentos estão sendo tomados, porém a investigação é sigilosa. Só resta a eles aguardar por um desfecho – que, esperam, seja feliz.

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