Exposições de desenhos ficam abertas ao público até dia 4 de janeiro na Areia branca

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Foto: Adriano Alves/divulgação

Unindo pesquisas em Dança e Artes Visuais, a Confraria 27 montou duas exposições de desenhos em Petrolina. ‘Corpos em Risco’ e ‘Coreo Grafias’ foram inauguradas no início da noite de ontem (4), no Coletivo Casa, localizado à Rua da Umburana, 155, no bairro Areia Branca (ao lado do Bodódromo). O evento de abertura, que teve entrada gratuita, foi limitada por conta dos protocolos de saúde referentes ao novo coronavírus (Covid-19).

Durante oito meses, o grupo se dedicou a estudos e encontros de pesquisa para investigar como o movimento do corpo dialogava com os desenhos. “A proposta surge a partir de uma inquietação individual em investigar as possibilidades de conhecimentos que poderiam surgir a partir da interseção entre Dança e Artes visuais. Por fazer parte dos dois universos, sendo intérprete-criador e artista visual, essa possibilidade se rascunhou como terreno fértil para as investigações“, explicou Rafael Sisant, um dos curadores.

A visitação ficará aberta até 4 de janeiro de 2021, contando com mediadores culturais no local para receber o público de segunda a sexta, das 14h às 20h. No local, para garantir a segurança do público por conta da pandemia da Covid-19, haverá luvas disponíveis para o público utilizar nas obras táteis, álcool em gel, o uso de QR Code para acessar os materiais das obras, além da redução da capacidade de público pela metade e sendo o uso de máscara obrigatório.

Os projetos foram aprovados pelo edital Funcultura Geral 2017/2018 do Governo de Pernambuco, sendo as primeiras pesquisas da Confraria 27 financiadas. Rafael Sisant diz que esse incentivo é muito importante para a manutenção da classe artística. “Poder ter verba para a manutenção do grupo modifica a lógica de mercado desse grupo, isso é fato. Mas pensamos também para além de nós, pois nenhum grupo é um ‘ilha’. Poder garantir o primeiro trabalho artístico com pagamento mensal para jovens artistas e estudantes de arte da região mostrando para essas pessoas que é possível viver de arte no Interior de Pernambuco é de extrema importância para a manutenção da economia criativa de Petrolina“, pontuou o artista.

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