A visita do ministro da Educação, Camilo Santana, à Universidade Federal do Vale do São Francisco (Univasf), em Petrolina, nesta quinta-feira (5), foi marcada por uma mobilização estudantil no campus sede da instituição.
Durante a agenda oficial, que contou com cerimônias institucionais e anúncios relacionados a ações do Ministério da Educação, estudantes levantaram cartazes e realizaram manifestações cobrando mais investimentos para a universidade. Entre as principais reivindicações estão o aumento de bolsas estudantis, ampliação do auxílio permanência, moradia e alimentação, benefícios considerados fundamentais para garantir que muitos alunos consigam continuar os estudos.
Os manifestantes também pediram melhorias na infraestrutura, com investimentos em laboratórios, equipamentos e manutenção dos espaços acadêmicos. Segundo os estudantes, o objetivo do ato foi dar visibilidade às demandas da comunidade universitária e reforçar a importância de maior atenção às universidades públicas.
Apesar do protesto, a programação da visita ministerial ocorreu normalmente, reunindo autoridades, professores e representantes da comunidade acadêmica do Vale do São Francisco.



Num passado rescente não recebiam visita desse quilate. Viviam emudecidos enquanto a universidade se desmoronava. Agora podem reclamar à vontade, e até sem razão.
Pobre quando alcança um degrau na vida, se acha politizado e da classe média alta. Estudam na Universidade Pública das melhores do Brasil. Têm bolsa de estudo para se especializarem, alimentação de boa qualidade a preço mínimo, no governo Bolsonaro fechou restaurante, quis acabar com SUS e regrediu a bolsa de especialização. Agora estão se achando classe média alta. Porque não vão para as Universidades Privadas com formação de péssima qualidade. São desprovidos de neurônios.
Reclamar de atos apenas politiqueiros. Vamos reclamar mesmo.
Porque o título da matéria é protesto? Deveria ser reivindicações. Porque eles reivindicaram, pediram.
Com esse título da a impressão de manifestações contrárias. Leva o leitor a imaginar outra situação.