Cumprindo agenda em Brasília, Miguel Coelho faz rodada de visitas em busca de mais investimentos para Petrolina

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Foto: divulgação

O prefeito de Petrolina Miguel Coelho está cumprindo mais uma agenda intensa em Brasília (DF). Ele esteve ontem (1) na capital federal, onde fez uma rodada de visitas para articular a liberação de novos investimentos na maior cidade do Sertão pernambucano.

O gestor conversou com o presidente da Caixa Econômica, Pedro Guimarães, com o diretor-presidente da Codevasf, Marcelo Moreira, e com o diretor de Gestão do Ministério da Educação, Gabriel Vilar.

No primeiro encontro, com Pedro Guimarães, Miguel tratou sobre a liberação de recursos para obras de saneamento e apoio à Philarmonica 21 de Setembro. Também foi conversado sobre a liberação de crédito para pequenos empreendedores e a realização da Feira Nacional da Agricultura Irrigada (Fenagri) 2021, que ocorrerá em Petrolina neste ano.

Acompanhado pelo deputado Fernando Filho, o prefeito se reuniu em seguida com o presidente da Codevasf para discutir investimentos em infraestrutura que já estão garantidos. Miguel reforçou a parceria estratégica do órgão federal com a prefeitura para tirar do papel em 2021 os projetos da construção da Orla 3, duplicação da Rodovia Transnordestina e pavimentação de 250 vias.

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Animado

O primeiro dia das agendas em Brasília foi encerrado no Ministério da Educação. Miguel foi recebido pelo diretor de Gestão, Gabriel Vilar, para tratar dos recursos federais que vão garantir até o próximo ano a construção de seis creches de alto padrão e seis escolas municipais. “Foi um dia muito produtivo. Essas visitas a Brasília tem muita importância para acelerar a liberação dos recursos federais para Petrolina. Os presidentes da Caixa, da Codevasf e o diretor do MEC nos asseguraram que Petrolina está na prioridade de investimentos do Governo Federal e isso nos anima para manter o ritmo intenso de crescimento de nossa cidade”, comentou.

1 COMENTÁRIO

  1. Enquanto a Codevasf constrói orla 3, para rico fazer corrida lá, construir bares e restaurantes onde 1 balde com 6 garrafas de cerveja custa 50 reais; e asfalta rua que já tinha um palmo de asfalto, o povo da zona rural bebe água sem tratamento.

    Eu acho é bem empregado, passei a não sentir mais pena da miséria que vive o eleitor brasileiro. Não são mais vítimas, são cúmplices e merecem viver na lama que vivem, como minhocas.

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