Cristina Costa minimiza “rumores” sobre decisão de Odacy e afirma que debate sobre quem será candidato “é menor” do que projeto do PT

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A vereadora e ex-presidente municipal do PT de Petrolina, Cristina Costa, atribuiu a “rumores” a decisão do deputado estadual Odacy Amorim – uma das lideranças da legenda – em optar por abrir mão de uma disputa à Câmara Federal em 2018. Odacy havia dito, com exclusividade a este Blog, que vai em busca da renovação do seu mandato na Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe).

Mesmo considerando apenas especulações, a vereadora disse “apoiar totalmente” a decisão do deputado. “No momento em que a gente mais precisa fortalecer a bancada do PT na Assembleia Legislativa e reforçar a bancada de Pernambuco no Congresso Nacional, compreendo e apoio a decisão do deputado Odacy Amorim”, afirmou.

Cristina, no entanto, deixou claro que não é “dona do mandato” e, portanto, todos esses assuntos serão discutidos dentro da legenda. A vereadora ressaltou, no entanto, que essa pauta ainda deverá aguardar outros cenários – a exemplo da reforma política, da expectativa de uma nova candidatura de Lula a presidente da República e da possibilidade de o PT no Estado ter candidatura própria.

Ela também comentou as recentes declarações feitas pela vereadora Marília Arraes, um dos nomes cotados do partido para a disputa do Governo de Pernambuco em 2018, que defendeu o nome de Cristina à Alepe e o de Odacy à Câmara dos Deputados. “Foi um posicionamento dela, e esse posicionamento isolado não se dá. Nem meu, nem do deputado Odacy, nem de ninguém do partido, porque o PT é orgânico. Esse debate, a gente vai travar internamente”, ponderou.

Diretório estadual

Cristina deixou claro que o projeto da legenda para o País está acima dos interesses ou desejos individuais dos seus integrantes. A vereadora informou, inclusive, que neste domingo (30) estará no Recife participando de uma reunião promovida pelo diretório estadual. Na pauta, o cenário político-econômico da Era Temer. “Aumentou a fome, a miséria. Congelaram a PEC da Saúde na expectativa de melhorias, justificando que não haveria aumento de impostos. Já está aí a proposta de demissão voluntária e existe a preocupação do povo com o confisco de poupança. Então eu acho que a conjuntura não é de pensar num candidato em si, no parlamento em si. A gente tem de pensar num projeto para resgatar a cidadania e o amor do povo brasileiro”, finalizou.

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