Corporativismo 1, o povo 0

por Carlos Britto // 26 de dezembro de 2008 às 18:05

Andei procurando hoje o dia inteiro pelo projeto dos vereadores que não se reelegeram e querem virar assessores pagos por você. Ninguém sabe e ninguém viu. Na verdade uma fonte que não quis se identificar disse-me que não existe o projeto oficial ainda e que o alarme do blog está assustando a turma. Mas já está todo escrito e pronto para apreciação. Nenhum vereador quis me dar os nomes de quem estaria por trás disso embora nos bastidores falem sobre eles e como ainda não é oficial nenhum nome pode ser divulgado apenas pela intenção. Mas segunda feira data final dos trabalhos da atual legislatura esse projeto deve estar lá e o blog estará cedinho buscando a pauta do dia. O medo e o corporativismo estão em alta por lá.

Corporativismo 1, o povo 0

  1. FRANCISCO DA CRUZ disse:

    É óbvio que os vereadores que estão deixando a vereança nada farão a respeito de tão vergonhosa situação, até mesmo aqueles que sempre davam coma boca no trombone, tendo em vista que a sacola furou e querem, de qualquer forma, continuar desfrutando do erário. Curiosamente, pergunto: assessorar em que e a quem? Será que esses ASPONE querem ensinar os apagados vereadores que chegam a aprenderam a elaborar projetos para nomes de ruas e concessão de tiítulos e medalhas, já que são as únicas coisas que vereador faz em Petrolina. Tenho para mim que o Apocalipse já chegou.

  2. É meu amigo! O Blog desta vez terá que ser mais vigilante do que nunca. Sei que quando eles querem votar algo de seus interesses, às vezes dificultam o aparecimento da matéria na pauta. Fui Vereador e sei que isto pode acontecer. Uma vez queriam instituir aposentadiria pra Vereadores e fui frontalmente contra. Agora querem mamar nas tetas do povo de forma bisonha e desonesta. Temos que ser vigilantes pra denunciarmos essas ações nefastas que denigrem o Parlamento Petrolinense. Esse é o meu comentário. José Batista da Gama, Ex-Vereador de Petrolina.

  3. João Telê disse:

    De nada se pode duvidar neste país. Mas, neste caso, quero acreditar numa brincadeira, sem maiores propòsitos, que se divulgou e ninguém pode assumir a autoria deante do corpo tomado pela notícia. Pelo sim ou pelo não nos custa nada ficarmos atentos.

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