Coordenador do programa de governo do PT, Fernando Haddad discute plano de governo de Lula com Rui Costa e Wagner

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Fernando Haddad ao lado de Jaques Wagner. (Foto: Raul Spinassé/ Agência A TARDE)

Coordenador do programa de governo do PT designado pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad (PT) passou o final de semana em Salvador (BA), colhendo sugestões e informações para o plano, que, segundo ele, deve ser concluído até 15 de julho.

Haddad teve encontros com os também petistas governador Rui Costa e com o ex-ministro Jaques Wagner. “Estou incumbido pelo presidente Lula para coordenar o plano de governo, e vim tratar de alguns assuntos relacionados a isso”, informou o ex-prefeito de São Paulo, durante velório do ex-governador e ex-ministro Waldir Pires, no último sábado (23), no Mosteiro de São Bento.

Indagado se o nome dele continuava cotado no PT para substituir o ex-presidente Lula na campanha, caso o petista seja impedido pela Justiça, Haddad disse que não tratou disso nos encontros. “Lula é o nome [do PT à Presidência], e mais importante do que isso, é o que ele significou e significa”, argumentou o ex-prefeito.

Haddad citou as pesquisas de opinião, nas quais Lula aparece na liderança, como uma demonstração, segundo ele, de que o eleitor brasileiro quer Lula na Presidência. “Qual nossa tarefa? fazer um belo plano de governo, porque o Brasil está com muitos desafios e, certamente, ele é a figura mais importante neste momento para liderar um processo de recuperação”, explicou.

Alianças

Sobre aliança com outros partidos, Haddad disse que o PT tem conversado com outras forças, mas lembrou que é legítimo  que outros partidos do campo da esquerda também tenham candidatos. Citou Ciro Gomes (PDT), Manuela D’Avila (PCdoB) e Guilherme Guilherme Boulos (PSOL). Haddad reiterou mais uma vez que não descarta negociações, seja para um desses pré-candidatos ser vice de Lula ou até mesmo outra composição com um partido que não tenha candidato a presidente. Caso, por exemplo, do PSB. “Estamos abertos a conversar com todos os partidos. Tem a aliança de primeiro turno e tem a de segundo. Se um desses ganhar a eleição, estaremos juntos no governo”, afirmou. (Fonte: Jornal A Tarde)

1 COMENTÁRIO

  1. Estamos vivendo um período de alucinações políticas, um político corrupto com outros comparsas como o Jaques Wagner insistirem e até fazerem campanha para um marginal preso como Lula, isso é uma afronta a nossa justiça, desrespeito ao judiciário e ao estado de direito. Se ele está preso é porque deve a justiça e deve permanecer lá por bastante tempo, agora querer eleger um presidiário para presidente do pais, extrapola todos limites de bom senso e respeito ao nosso povo. Quem apoia marginal é marginal também, um malfeitor que fez a maior sangria da história aos cofres públicos, “na história desse pais”.

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