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Projetos de lei do Executivo e as críticas de ocasião na Casa Plínio Amorim  

Oposicionistas e governistas voltaram ao embate na Casa Plínio Amorim. Os motivos, desta vez, foram um requerimento derrubado e dois projetos de lei, de autoria do Executivo Municipal, que mesmo não constando na pauta da sessão plenária de ontem (21), foram colocados em votação e aprovados pela bancada do prefeito de Petrolina, Miguel Coelho (PSB).

Era até compreensível que o requerimento apresentado pelos integrantes da oposição, solicitando informações acerca do futuro do saneamento básico de Petrolina, não passasse pelo crivo dos governistas (como acabou acontecendo), já que Miguel detém ampla maioria de aliados na Casa. A própria oposição têm ciência disso.

O barulho maior aconteceu pelos dois projetos de lei: um que pedia autorização para remanejar parte dos R$ 60 milhões do programa de pavimentação de ruas de Petrolina para o setor de turismo; o outro, solicitava abertura de crédito especial para investimentos na área social do município.

É fato que os vereadores precisam de tempo para analisarem os projetos que vão a plenário da Casa. Isso realmente não aconteceu, e a bancada de oposição está correta nas críticas. Tanto é que todos os cinco vereadores presentes à sessão de ontem – o líder Paulo Valgueiro (MDB), além de Cristina Costa (PT), Professor Gilmar Santos (PT), Elismar Gonçalves (MDB) e Domingos de Cristália (PSL) – decidiram se retirar do plenário e não votaram.

Mas esse expediente, verdade seja dita, não foi Miguel Coelho quem inventou. O antecessor dele, Julio Lossio (PSD), também costumava enviar projetos de última hora, sem dar tempo aos vereadores de se debruçarem sobre as informações.

A questão, agora, é somente o contexto político que mudou. Quem antes não via isso como um equívoco, agora vê, e vice-versa. E será sempre assim. Pelo menos enquanto houver governo e oposição. Depende apenas de quem está de um lado e de quem está do outro.

Preocupados com reeleição

Em Juazeiro (BA), o ano pré-eleitoral já está sendo de dor de cabeça para muitos vereadores – principalmente os de primeiro mandato. A maioria, segundo informações, estaria preocupada em se reeleger. O motivo: dizem que virá uma nova safra de concorrentes em 2020.

Caciques de volta

Além de muitos novatos que devem concorrer nas próximas eleições à Casa Aprígio Duarte Filho, vários nomes já conhecidos e que não concorreram nas últimas eleições devem se colocar à disposição, em 2020. O que se comenta em Juazeiro é que os caciques estão voltando. Será?

“Falta de respeito”

Quem não gostou nada de ser chamado de “vereador lagartixa” pelos oposicionistas na sessão de ontem (21), na Câmara de Petrolina, por conta dos projetos de lei enviados de última hora pelo prefeito Miguel Coelho (PSB), foi Zenildo do Alto do Cocar (PSB). “Isso é falta de respeito”, desabafou.

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