Clima quente na Câmara de Juazeiro. Debate fica prejudicado por questões partidárias

por Carlos Britto // 10 de junho de 2009 às 11:32

Ainda repercute em todos os meios de comunicação de Juazeiro o clima tenso de ontem (09), durante sessão ordinária na Câmara Municipal de Vereadores.

De novo, os protagonistas foram os mesmos: José Carlos Medeiros (PV), líder do Governo Isaac, Alex Tanuri (PSDB) e Leonardo Bandeira (PT).

A sessão acabou interrompida pelo presidente da Casa Aprígio Duarte, vereador Crisóstomo Lima “Zó” (PC do B). Segundo ele, faltou postura dos três. O que motivou a celeuma foi uma ação civil movida por Tanury junto ao Ministério Público solicitando uma intervenção na rede de saúde do município.

Todos querem ver debates propositivos entre os vereadores, que engradeçam a Casa e ajudem no desenvolvimento de Juazeiro. Mas por enquanto as rusgas político-partidárias têm impedido que isso aconteça. Infelizmente.        

Clima quente na Câmara de Juazeiro. Debate fica prejudicado por questões partidárias

  1. Feeling disse:

    Esse Leonardo Bandeira e o outro Tanuri não tem jeito mesmo insistem em implicar com o governo um é o mauricinho de nada e o outro é a pura demagogia!

  2. ESPERANÇA disse:

    Enquanto isso, falta medicos, falta remedios, falta material de hegiene..falta tudo..será que o vereador ‘ LIDER’ , não esta vendo o sofrimento e a humilhação que estamos passando? o povo saberá dar a resposta brevemente..

  3. Toninho do Diabo disse:

    O Alex Tanuri e o Leonardo Bandeira deviam apresentar algum projeto para solucionar o problema e não fazer oba oba.

  4. wagner disse:

    Enquanto isso, pregando as maravilhas da falaciosa vida nova do governo novo, os espertalhões da Câmara de Vereadores, os nababos viciados, os áulicos de plantão, enfronhados nas estranhas do poder, tirarão generosos proveitos e infelizmente são os que têm voz.

    Logo, logo virão aqui dizer que sou isso ou aquilo. Que digam. Não como pirão dessa gente

  5. Alex Vieira disse:

    Bom, aclaremos um pouco o entendimento já que a turbulência jurídica tem tomado conta dessa matéria. Primeiro, Alex Tanury não propôs ACP nenhuma porque não possui LEGITIMIDADE para tanto. Os legitimados para a porpositura da ação civil pública são associações constituídas há mais de um ano, União, estados , Municípios, autarquias, Fundações, empresas públicas, o MP, enfim as pessoas que a lei 7347/1985 determina no seu art. 5º, todos dentro da pertinencia temática ligada aos seus objetivos estatutários e institucionais.

    O máximo que o vereador pode ter feito é uma denúncia ao MP, que pode ou não desencadear um Inquérito civil, se o parquet entender pertinente a denúncia reforçado é claro por diversas outras provas. Mas é óbvio que não vai haver ação civil pública. Primeiro que o problema da saúde não se resolve dessa forma, ou com termo de ajuste de condutas. O conselho Superior do MP tem concordado com arquivamento de inquéritos civis quando a responsabilidade do órgão público se mostra subjetiva, ou divaga no campo da discricionariedade administrativa.

    Enganam-se os que acham que o MP pode intervir na saúde. O MP não tem esse poder. Ele vela pelo cumprimento da lei, mas existe uma RESERVA DO POSSÍVEL, se assim não fosse o salário mínimo supriria todas as necessidades do trabalhador, inclusive vestuário, lazer, moradia, saúde, educação, etc, como quer a constituição nfederal no Art. 7º.

    O que ensejaria tal ação seriam abusos cometidos à frente da instituição tais como: desfalques, falta dos repasses constitucionais, desvio de verba, ou seja infração a qualquer interesse público difuso ou coletivo. Mas o quadro, longe de apresentar tais sintomas, é menos desolador do que há seis meses atrás. A intervenção, prevista constitucionalmente, apartir do art. 34 da CF, é do Estado nos Municípios ou da União nos Estados, naquelas hipóteses elencadas, mormente na desobediência aos princípios constitucionais sensíveis, art. 34, VI, CF.

    Existe muito oba oba em torno da questão, mas não existe Ação civil em curso, nem vai haver, porque não existe motivos. Já Houve no governo passado quando o Secretário Armando recebia dos cofres municipais a vergonhosa quantia de R$ 18.000,00 reais como Secretário da Saúde, mais do que o Prefeito. Ou quando o chefe de gabinete do Prefeito recebeu na conta de sua empresa R$ 150.000,00 reais do Bradesco como doação para a prefeitura para a Fenagri, e esse dinheiro ninguém sabe ninguém viu e os vereadores deram um jeito de abafar a CPI ( não me recordo se havia ulgum tanury votando pelo trancamento, alguém por favor me ajude). Escândalos como esses, contratos ilegais, licitações fraudulentas, isso sim é motivo para Ação Civil Pública e não me recordo de o MP ter ingressado com nenhuma, portanto , basta de imbecilidades e tentativas de aparecer na mídia.

    Deixa o homem trabalhar.

  6. PETROLINA NÃO PODE ESPERAR! disse:

    Interessante está brinca em Juazeiro, pelo o que nós estamos vendo e ouvindo o que está parecendo é que é proibido fazer oposição em Juazeiro, pois se os 02 vereadores de oposição e parecem únicos falam acham que estão errados, mas na política tem que ser assim mesmo tem que ter oposição, mesmo que seja irresponsável, mas a verdade que para o sistema funcionar legal tem que haver oposição. Os 02 vereadores estão de Parabéns, Petrolina só é o que é hoje graças a OPOSIÇÃO, mesmo muitas vezes irresponsáveis, mas teve, isto é muito importante para o regime da DEMOCRACIA.

  7. João Carlos disse:

    De pleno acordo com os vereadores, apesar do exagero do vereador de pedir intervenção do MP na saúde de Juazeiro, e acho que se isso acontecesse só iria piorar a situação. Mas acho muito importante o entrevero dos vereadores pois é para isso que foram eleitos, fiscalizar o executivo.

    Que façam criticas construtivas e não inventem ou produzam CAOS para o municipio, como fazia as viúvas de ACM em Juazeiro. Que todos sabem quem são. E depois em cima dos escombros desses CAOS culpar o executivo. Esse tempo negro de Juazeiro, com fé em Deus, já passou.

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