Caso Beatriz: Instituições públicas e privadas de Petrolina e Juazeiro foram convidadas para manifestação desta quinta

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sandro e lucia - coletiva - foto janko moura

Sandro Romilton Ferreira e Lúcia Mota, pais da menina Beatriz Angélica Mota, de sete anos, morta a facadas dentro do Colégio Nossa Senhora Auxiliadora, no centro de Petrolina, em dezembro passado, concederam uma entrevista coletiva na manhã de hoje (9) na Casa Plínio Amorim.

Na ocasião, eles comentaram sobre o rumo das investigações – sem muitas novidades – e aproveitaram para convidar a população para mais uma manifestação que será realizada nesta quinta-feira (10), novamente na Praça da Catedral, ao lado da citada instituição onde a menina foi assassinada, exatamente 90 dias após o crime.

Os pais da vítima disseram que convidaram os representantes da escola e de instituições públicas e privadas de Juazeiro e Petrolina para comparecem ao ato de amanhã, às 19h. Entre os convidados estão o Ministério Público e a Promotoria. “Elas [as instituições] vão ter a oportunidade de dizer no que podem contribuir e o que estão fazendo para solucionar esse caso”, explicou Sandro.

O caso

Beatriz Angélica foi morta a facadas nas dependências do citado colégio, no dia 10 de dezembro de 2015, durante uma festa de encerramento do ano letivo. O caso continua sendo investigado pela Polícia Civil em Petrolina. O retrato falado do possível assassino da menina foi divulgado no último dia 22 de fevereiro, no Recife. O Disque-Denúncia de Pernambuco esta oferecendo R$ 10 mil de recompensa para quem fornecer informações que levem ao criminoso.

Recentemente, a Polícia Civil de Petrolina divulgou um número de WhatsApp (87 98137-3902) para a população enviar fotos e vídeos do dia do evento, para ajudar nas investigações do caso. De acordo com a polícia, a identidade das pessoas permanecerá no anonimato. (foto: Janko Moura)

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