Pré-candidata a deputada estadual e uma das lideranças do Partido Liberal (PL) de Petrolina, Lara Cavalcanti suscitou questionamentos acerca da “mudança de rumo” do grupo político liderado por Miguel Coelho (UB), que tenta se garantir como candidato ao Senado. Para Lara, o problema não é mudar de rumo, mas de discurso – e de maneira repentina.
Confiram a íntegra do artigo:
Na política, mudar de rumo faz parte do jogo. Mas em Petrolina, essa mudança chamou atenção pela velocidade.
Após o afastamento do projeto de João Campos e do PSB, o grupo que está no poder na cidade anunciou apoio à reeleição da governadora Raquel Lyra. Do ponto de vista estratégico, a decisão é compreensível. Nenhum grupo político quer ficar isolado.
O que causa estranheza não é a aliança, mas a mudança repentina de discurso.
Até poucos dias, o tom era de forte oposição. Havia críticas constantes ao abandono do Sertão, à insegurança, às estradas em más condições e aos problemas da Compesa. Essas críticas eram frequentes nas redes sociais e no rádio, sempre direcionadas de forma clara à governadora.
Agora, o discurso mudou completamente. A mesma gestão que era alvo de críticas passou a ser elogiada. A governadora passou a ser apresentada como presente, comprometida e eficiente.
Mudar de posição é legítimo na política. O problema é agir como se o que foi dito antes não tivesse existido. Esse tipo de comportamento subestima a inteligência da população.
Como explicar uma mudança tão rápida sem afetar a própria credibilidade?
A política permite novos caminhos, mas exige respeito aos fatos. Tentar apagar o passado recente cria uma imagem de conveniência que não contribui para a confiança das pessoas. O apoio pode até trazer ganhos políticos, mas a incoerência no discurso enfraquece a credibilidade.
Para quem observa, a mensagem é clara: em poucos dias, o que era criticado passa a ser defendido. É justamente esse tipo de prática que afasta as pessoas da política.
A política que defendemos precisa ser mais coerente, mais transparente e, acima de tudo, mais respeitosa com a população.
Lara Cavalcanti/Vice-presidente do PL Mulher Pernambuco, presidente do PL Mulher Petrolina e jornalista



Novidade ai tem sangue de FBC, o negócio é se dá bem,mas antes de tudo ele tem que explicar o money das emendas aonde foram parar,pois até hoje tem obras do mandato dele que conseguiram milhões e estão se arrastando, exemplo ,Centro de Convenções ,Museu e muito mais, e eles caladinhos, caladinhos como a sociedade fossem retardados todos eleitores de Lula.
Miguel Coelho e esse prefeito não passam de hipócritas pensando que o povo e besta quem não se lembra do deputado que votou a favor da PEC da blindagem e esse tipo de gente que deve ser excluído da vida pública e o pior que se juntou com essa governadora incompetente Raquel Lira em outubro vamos dar cartão vermelho nesse bando de sem vergonha na política.pense nisso
Além da repentina mudança de discurso, o grupo que comanda ‘os vassalos’ insinua que foi o João Campos quem ordenou a operação da Polícia Federal. Até o momento não há uma linha, um pronunciamento de qualquer dos envolvidos no sentido de negar a roubalheira. Saem tangenciando para dizer que é perseguição política. Mas, não explicam o dinheiro vivo em cooler, as operações nos postos da esposa do Miguel, o envolvimentos da mulher do Deputado Fernando Filho, o envolvimento dos primos do Miguel e sobrinho do Fbc, a qualidade da obra executada na orla III, que já se encontra esfarelando, executada pela construtora da família. Não há enfrentamento às acusações. Corre, à boca miúda, na cidade que o Miguel, hoje é a pessoa mais aquinhoada de bens materiais. Fazendo parceria em diversos empreendimentos com outros empresários, como forma de esconder seu patrimônio. Ideal uma devassa da receita do mesmo nos anos de Prefeito, para saber se o patrimônio corresponde aos ganhos efetivos com empregado do povo?
Esse grupinho medíocre já é conhecido. Sempre sacrificaram o povo e o cofre da cidade em benefício de seu interesse. Quem já ouvia falar em autorização de empréstimo 800 milhões em Petrolina? Com uma Câmara imprestável como a nossa, isso virou normal. O problema é a destinação desses recursos. Mais vem logo aí a política do pão e circo, o São João, a operação cala boca e, o povo, o maior responsável pela manutenção de grupeto que, cada dia fica mais rico. Sem educação séria ( a de Petrolina não é) e com os mecanismos de esquecimento, as festanças, logo o povo que optou em ser mau caráter politicamente, continuará mantendo essa casta no poder. É só ler o “Discurso Sobre a Servidão Voluntária”, de Étienne de La Boétie, que qualquer um entenderá que o povo optou por ser cachorro vira lata da classe política.