O banqueiro Daniel Vorcaro ajudou a financiar um filme sobre Jair Bolsonaro – e as negociações envolveram contatos diretos com o filho mais velho do ex-presidente, o senador e pré-candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL-RJ), que pressionava pelos pagamentos.
As informações foram reveladas nesta quarta-feira (13) pelo portal Intercept Brasil, que teve acesso a mensagens trocadas entre os dois e a um áudio enviado por Flávio ao banqueiro em setembro do ano passado. A TV Globo confirmou com investigadores e pessoas com acesso às informações o conteúdo da reportagem e a existência do áudio.
Segundo o Intercept, Vorcaro chegou a pagar R$ 61 milhões para a produção do filme “Dark Horse” entre fevereiro e maio de 2025. O dinheiro, de acordo com o site, foi transferido para um fundo nos Estados Unidos de um aliado de outro filho do ex-presidente, o ex-deputado Eduardo Bolsonaro.
O senador foi questionado na tarde desta quarta-feira (13) por repórteres sobre o tema ao sair do Supremo Tribunal Federal (STF), mas apenas deixou a entrevista, dizendo se tratar de uma mentira. Mais tarde, o político divulgou um vídeo confirmando o pedido de dinheiro a Vorcaro, mas negando irregularidades. Ele afirmou ainda não ter “relações espúrias” com o banqueiro e defendeu a realização de uma CPI do Master.
Áudio na íntegra
O áudio completo da conversa entre Flávio e Vorcaro pode ser conferido abaixo:
“Irmão, preferi te mandar o áudio aqui para você ouvir com calma. Bom, aqui a gente está passando por um dos momentos mais difíceis da nossa vida, né? Não sei como é que vai ser daqui para frente, como é que isso tudo vai, vai acabar, mas está na mão de Deus aí. E você também eu sei que você está passando por um momento dificílimo aí também, essa confusão toda, você sem saber exatamente como é que vai caminhar isso tudo. E apesar de você ter dado a liberdade, Daniel, de a gente te cobrar, eu fico sem graça de ficar te cobrando, tá? Mas enfim, é porque tá num momento muito decisivo aqui do filme e como tem muita parcela pra trás, cara, tá todo mundo tenso e fico preocupado aqui com o efeito ao contrário do que a gente sonhou pro filme, né?
Imagina a gente dando calote num Jim Caviezel, num Cyrus [Nowrasteh, diretor do filme], os caras pô, renomadíssimos lá no cinema americano, mundial. Pô, ia ser muito ruim. Todo efeito positivo que a gente tem certeza que vai vir com esse filme pode ter o efeito elevado a menos um aí, cara.
Então, se você puder me dar um toque, uma posição aí, Daniel, porque a gente precisa saber o que que faz, cara, da vida, porque eu tenho muita, já tem muita conta para pagar esse mês e o mês seguinte também. E agora que é a reta final, que a gente não pode vacilar, não pode não honrar com os compromissos aqui, porque senão a gente perde tudo, cara. Todo o contrato, perde ator, perde diretor, perde equipe, perde tudo. Podendo dar um toque aí, irmão. Desculpa o áudio longo aí, tá? Um abração, fica com Deus, cara.
(Fonte: g1 Brasília)



A corrupção no Brasil é generalizada não existe policos que trabalha para o povo como no passado cada um olha para seu umbigo,por isso que não voto mais .
Esse fato nao me surpreende, a corrupção ta enraizada em no Brasileiro, seja grandes ou pequenas ações que nem percebemos de tão normalizada que se tornou, a diferença é que hoje vem à tona, más sempre existiu desde que o Brasil é Brasil, infelizmente, e em se tratando de eleição, me vejo num beco quase sem saída ao me perguntar em quem votar, difícil.
Os dois são ‘IRMÃOS ‘. Esse tratamento é surpreendente, pois, é um indicativo de muita proximidade. Acho que derrubaram a pretensão do 01 à candidatura à presidência. Seria um rachadinho na presidência. Diabos de tentáculos tinha esse Vorcaro. Comprou muita gente. Se abrirem os arquivos vai aparecer muita podridão.
MAS ESSE POVO AI NÃO ERA OS HONESTOS DA FACE DA TERRA? BOLSOMASTER
Não é difícil não, Branca. De um lado tem quem busca trabalhar por um país melhor, do outro tem essas sanguessugas que se vivem de espalhar mentiras.
Essa turma aí do Bolsanaro e cia vive de esquemas. Está umbilicalmente e fisiologicamente dentro dos esquemas do crime organizado.