Após morte de policial que surtou e atirou contra colegas, greve na PMBA é ventilada e comando descarta

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Foto: WhatsApp/reprodução

Ainda é grande a repercussão em todo o país, em especial na Bahia, acerca do policial militar Wesley Góes, que teve momentos de surto psicológico no Farol da Barra, um dos pontos turísticos mais conhecidos de Salvador, no final da tarde de ontem (28). Armado de fuzil, Wesley chegou a atirar contra seus colegas de farda. Em reação, PMs do Bope o balearam na perna e no braço – segundo o comandante da PMBA, Paulo Coutinho –, mas o policial acabou vindo a óbito no Hospital Geral do Estado, ainda na noite do domingo.

De acordo com a Secretaria de Segurança Pública da Bahia (SSP-BA), foram quase de três horas e meia de negociação com o PM Wesley, antes deste atirar contra os policiais e ser baleado. O fato gerou outro problema para o comando da PMBA.

Revoltados, vários policiais da instituição criticaram duramente o governador Rui Costa e ensaiam um movimento grevista. No entanto, nada foi confirmado até o momento sobre o assunto. O próprio comandante Paulo Coutinho sequer cogitou a possibilidade de uma greve entre os PMs.

1 COMENTÁRIO

  1. A constituição veda greve de policiais, espero que o exército brasileiro passe o trator por cima dos amotinados.

    O soldado em questão ameaçou a vida das pessoas, se recusou a negociar e ainda atirou com armamento pesado contra os policiais presentes, o desfecho não poderia ser outro. Não tem por que martirizá-lo.

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