Cancão admite entregar liderança da bancada na Casa Plínio Amorim, mas garante que assunto será decidido pelos demais oposicionistas

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cancãoO vereador Ronaldo Cancão não confirmou nem negou que pode entregar o cargo de líder da bancada de oposição na Casa Plínio Amorim – como este Blog havia divulgado. Durante sessão de ontem (1), Cancão disse que deverá deliberar o assunto com seus demais colegas da bancada (atualmente formada por nove vereadores).

Já tenho dois anos e oito meses como líder da oposição, e acho que a minha missão já tenha sido cumprida. Quero ouvir meus companheiros para depois tomar minha decisão. Vou dialogar com eles, mas meu desejo é de deixar (a liderança) ”, afirmou.

Cancão assegurou que não houve nenhum motivo, desta vez, para deixar o cargo. Mas recentemente ele se desentendeu com Adalberto Filho Betão (PSL) e Maria Elena (PSB), que tacharam de “tirana” a postura do líder. Cancão garante, no entanto, que tudo isso já foi resolvido.

O vereador também garantiu que, mesmo não sendo mais a principal voz da bancada, seguirá firme nas cobranças ao Executivo Municipal. “Isso ninguém vai me tirar, só Deus”, afirmou.

Pares

Perguntado se a bancada perderá um pouco da força, caso deixe a liderança, Cancão deixou claro que essa análise quem fará é a maioria dos seus pares. “Tenho a consciência tranquila. Sempre me preocupei em cumprir a minha obrigação, de fiscalizar, e vocês da imprensa têm ajudado, trazendo as denúncias. Não posse fazer nenhum tipo de julgamento, até porque cada companheiro tem uma forma de pensar, de fazer política. Eu tenho a minha, e não abro mão”, frisou.

Cancão garantiu ainda que o fato de pensar em entregar a liderança não quer dizer que esteja desestimulado na função, lembrando que vai levar à frente às investigações de supostas irregularidades da administração referente à questão fundiária do Loteamento Terras do Sul e dos festejos juninos de Petrolina. “Não estou aqui para contribuir com erros. No final do meu mandato vou ter a consciência do meu dever cumprido e da minha missão, que é zelar pelo erário público, pelo patrimônio e pela Casa”, pontuou.

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