Votação do projeto de reajuste dos servidores da Facape é adiada para a próxima terça-feira

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Reunião reajusteO projeto que prevê o reajuste de 6,2% para os servidores da Faculdade de Ciências Sociais e Aplicadas de Petrolina (Facape) será colocado em pauta na próxima terça-feira (29) na Casa Plínio Amorim. A votação aconteceria amanhã (24), mas foi adiada porque o Executivo ainda não enviou a proposta à Câmara devido ao feriado prolongado e à viagem do procurador e subprocurador do município.

A proposta já foi protocolada na Procuradoria pela Secretaria de Planejamento e deverá ser encaminhada à Câmara até esta sexta-feira (25), logo após a chegada do procurador Humberto Filho, prevista para a tarde de hoje (23). Para ser encaminhado ao Legislativo, o projeto precisa das assinaturas do prefeito e do procurador ou subprocurador municipal.

Na manhã desta quarta, o presidente da Facape, Rinaldo Remígio, e o diretor executivo, Romério Galvão, foram à Câmara de Vereadores e à Prefeitura de Petrolina na tentativa de dar mais celeridade à votação do projeto. O presidente da Comissão de Finanças e relator da Comissão de Constituição e Justiça da Câmara, vereador Alvorlande Cruz, garantiu que os pareceres serão emitidos e encaminhados à presidência da Casa assim que o projeto chegar ao Legislativo.

“As comissões irão emitir os pareceres logo após a chegada do projeto, enviando-os ao presidente Osório Siqueira de imediato. Não vejo dificuldades em aprovar a proposta, já que se trata apenas de uma reposição de perdas, e não de reajuste salarial propriamente dito”, explicou Alvorlande. (Foto: Ascom Facape/divulgação)

2 COMENTÁRIOS

  1. O problema do aumento dado aos professores é que a direção da Instituição de Ensino transferiu tais obrigações para a conta dos alunos, quando anunciou que aumentará novamente os valores da mensalidade a partir de junho/julho do corrente ano. No entanto, é muito fácil para a Instituição aceitar as reivindicações dos professores onerando os bolsos dos alunos, parece que eles desconhecem os acordos feitos ano passado para um aumento maior que 9% e, ainda vimos, como ontem mesmo aconteceu, faltar energia em pleno horário de aulas por causa de instalações elétricas.

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