Univasf ganha amanhã Cineteatro com capacidade para mais de 400 pessoas

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Foto: Divulgação

A Universidade Federal do Vale do São Francisco (Univasf) irá inaugurar, amanhã (19), a partir das 18h o novo Cineteatro, que está localizado no Campus Sede, em Petrolina (PE).  Com 2.070 m², o cine tem capacidade para 433 pessoas, garantido à instituição mais um espaço cultural.

A programação terá início com a apresentação da Orquestra Philarmonica 21 de Setembro, às 18h. Em seguida, haverá dois espetáculos de balé com as companhias do Estúdio de Danças Nazareth Macedo e com a Escola de Ballet Valdete Cezar.

O Cineteatro conta com hall de exposição, palco, banheiros masculino e feminino, camarim com banheiro interno, sala de apoio administrativo, central de processamento de dados, depósito, copa e distribuição, ambiente de carga e descarga. Foram investidos aproximadamente R$ 6,4 milhões para a construção do espaço.

3 COMENTÁRIOS

  1. Depois reclamam do presidente Bolsonaro por contenção de verbas, acho que na cidade não tem cinema com essa capacidade, Universidades federais parecem mais colônias de férias, restaurantes, teatros, cinemas áreas de lazer e até alojamento em algumas. Vejam que a própria estrutura da edificação é com vidros fumê espelhado. Enquanto isso até no hospital de traumas é gente reclamando por falta de atendimento e, macas nos corredores. Quando o estudante quer estudar de verdade, ele estuda até debaixo de uma ponte, o que mais pesa para uma boa formação são bons professores bem remunerados, isso é muito mais importante.

  2. A universidade é construída em três eixos. Ensino, pesquisa e extensão. Um teatro nessa capacidade numa região com poucos espaços espaços assim é de suma importância. Tanto para realização de eventos de ensino e pesquisa, como fóruns colóquios congressos assembleias etc, como para eventos culturais, peças, cinemas, etc. É um ganho para a comunidade acadêmica, mas tambem para toda a comunidade petrolinense. Pensar que a universidade se limita a sala de aula é uma visão tacanha. Dizer que universidades parecem colônia de férias é também fala de má fé, sobretudo na contenção de gastos de Bolsonaro que obrigou alunos assistirem aulas no calor, provocou a saída dos terceirizados prejudicando, por exemplo a manutenção da limpeza dos banheiros, além de alunos que dependiam de bolsas para continuar estudando perderem o financiamento, por exemplo. A situação do hospital de traumas fala também do subfinanciamento do SUS, ainda pior na gestão atual, já que é o Hut a referência de toda a região, ou seja tendo de atender uma demanda maior que sua capacidade. Dizer que o estudante depende apenas da vontade para estudar é fala de alguém que nunca precisou estudar debaixo da ponte.

  3. Eu ia me abster de responder pra evitar polêmica, mas no tocante a “fala de má fé”, eu queria esclarecer que quando me referi a “colônia de férias” não foi no sentido pejorativo, apenas fiz uma relação a época em que estudei. Fiz (primário. ginásio, colégio). hoje é ensino básico e médio, na EMAAF (pública) onde eu ia a pé e voltava das 7hs até meio dia e, não tinha nada de merenda como hoje vemos em escolas do ensino médio. Com poucos recursos, mesmo assim o ensino era muito bom, fiz exame de admissão (espécie de vestibular) para acessar ao ginásio, naquela época já sabia as 4 operações matemáticas e, um excelente científico = ensino médio hoje. Eu e meu irmão estudamos lá, ele se formou em adm. Empresas e hj é também advogado, fiz física (exatas) na PUC/SP não conclui e, hj faço graduação superior na área de tecnologia em uma Universidade particular, que depende muito do meu esforço ter êxito, mais o básico foi todo em escola pública. O meu desejo é que o jovem estudante de hoje, tenha melhores condições pra se desenvolver, da que nós tivemos no passado.

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