Trabalho de fisioterapeutas nas UTIs do HDM contribui para progresso no tratamento dos pacientes

por Carlos Britto // 11 de julho de 2012 às 21:08

A Unidade de Terapia Intensiva (UTI) é local adequado para o tratamento de pacientes com necessidades de cuidados especiais. Um ambiente de alta complexidade destinado a quem se encontra em estado crítico, necessitando de um monitoramento rigoroso.

No Hospital Dom Malan (HDM)/Imip, funcionam duas UTIs, sendo uma Infantil (para crianças e recém-nascidos) e outra Obstétrica (para mulheres gestantes e não gestantes). Nessa estrutura, o trabalho das fisioteraputas que integram a equipe interdisciplinar do hospital tem sido importante para o progresso no tratamento dos pacientes.

As fisioterapeutas Marcela Lapenda, Samira Ramos e Maria Déborah Albuquerque cuidam de crianças e recém-nascidos com afecções e agravos respiratórios a exemplo da pneumonia aspiratória e síndromes respiratórias dos bebês.

Já na UTI obstétrica o atendimento abrange, geralmente, as morbidades relacionadas à gestação, parto e pós-parto como a eclâmpsia e o edema pulmonar. “Atuamos na otimização do suporte às pacientes que estão em ventilação mecânica (artificial) para que estas permaneçam bem oxigenadas e adaptadas aos aparelhos. O fisioterapeuta também trabalha a força dos músculos, evitando os vícios posturais que podem provocar contraturas e úlceras de pressão, além de melhorar a mobilidade do paciente acamado, o que propicia benefícios para a sua circulação sanguínea”, explica Déborah.

A profissional ressalva que o trabalho delas nas UTIs do HDM contribui também para a diminuição dos riscos de infecção hospitalar. “Isso proporciona melhor assistência para os nossos usuários, reduzindo o uso indiscriminado de antibióticos que poderiam originar germes multiresistentes. Além disso, é imprescindível a presença do fisioterapeuta, principalmente nos casos de recém-nascidos prematuros que apresentam alto risco de desenvolver complicações respiratórias, neurológicas e motoras, auxiliando na redução do tempo de internação destes pacientes”, finalizou Déborah. (fonte/foto: HDM)

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