Trabalhadores do Departamento de Polícia Técnica de Juazeiro fazem alerta

por Antonio Carlos Miranda // 19 de agosto de 2026 às 08:45

Foto: Manu Dias/GovBA arquivo

De forma anônima, por receio de represálias, funcionários do Departamento de Polícia Técnica (DPT) de Juazeiro (BA) divulgaram uma carta aberta à sociedade, em que chamam atenção para um cenário de intimidações pelo qual estão sofrendo.

Confiram a íntegra da carta:

Nós, trabalhadores do Departamento de Polícia Técnica de Juazeiro, decidimos tornar público um pedido de socorro.

Escrevemos de forma anônima porque temos medo.

Medo de perseguições, avaliações negativas, prejuízos funcionais, processos administrativos, demissões e outras possíveis formas de retaliação, incluindo perseguição. Entre nós existem servidores efetivos, servidores em estágio probatório, contratados pelo REDA, terceirizados e trabalhadores da limpeza. Muitos gostariam de falar, mas sentem que não podem.

O que estamos vivendo no ambiente de trabalho precisa ser conhecido e, principalmente, apurado por órgãos competentes.

Nos últimos tempos, o ambiente do Departamento passou a ser marcado por um clima que muitos de nós consideramos hostil e intimidatório. A sensação é de que não existe espaço seguro para discordar, questionar decisões ou simplesmente apresentar uma dificuldade sem receio das consequências.

Pequenos erros ou situações corriqueiras de trabalho são, segundo relatos de trabalhadores, tratados de maneira desproporcional, criando um ambiente permanente de tensão. Trabalhadores que foram chamados nos últimos dias, na sala da coordenação, foram vistos aos prantos.

Também existe uma percepção generalizada de dificuldade de diálogo com a coordenação. Muitos servidores relatam que não se sentem à vontade para apresentar opiniões divergentes ou questionar determinadas decisões. A comunicação, em algumas situações, é percebida como imprevisível e seletiva, o que aumenta a insegurança de quem depende da avaliação de seus superiores.

Os trabalhadores mais novos, especialmente REDA, terceirizados e servidores em estágio probatório, têm ainda mais receio de se manifestar por dependerem de avaliações e renovações de contrato.

Entre os servidores antigos, próximos da aposentadoria, também existe medo de sofrer algum tipo de represália depois de uma manifestação contrária à gestão.

Ou seja: os que têm mais medo de perder o emprego não falam; os que têm estabilidade também temem possíveis consequências funcionais. E assim o silêncio se instala.

Não queremos uma guerra dentro do Departamento.

Não queremos perseguição contra ninguém.

Não queremos privilégios.

Queremos apenas um ambiente de trabalho saudável, respeitoso e democrático.

Também nos preocupa o relato de situações que poderiam caracterizar assédio moral entre trabalhadores. Já presenciamos, segundo relatos internos, situações de tamanha pressão sobre profissionais que resultaram em afastamentos por sofrimento psíquico. Esses episódios precisam ser analisados com seriedade e imparcialidade, sem pré-julgamentos, mas também sem serem ignorados.

A recente denúncia pública envolvendo a existência de câmeras na Sala Lilás, ambiente destinado ao atendimento de mulheres e crianças vítimas de violência sexual, aumentou ainda mais a nossa preocupação.

Independentemente de quem tenha realizado a denúncia ou de quais sejam suas motivações, entendemos que uma questão dessa gravidade deve ser tecnicamente investigada e esclarecida pelos órgãos competentes, inclusive quanto à existência ou não de gravação de imagem e/ou áudio, finalidade, armazenamento, acesso às imagens, responsável pelo equipamento e conformidade com as normas de proteção à intimidade das vítimas e dos profissionais.

Da mesma forma, entendemos que eventuais conflitos envolvendo a implantação do ponto eletrônico, sindicatos ou categorias profissionais não podem resultar em um ambiente de trabalho marcado pelo medo ou pela hostilidade.

O serviço público precisa funcionar.

Mas precisa funcionar com respeito aos servidores, aos trabalhadores terceirizados, aos profissionais contratados e, principalmente, às pessoas que procuram o Departamento em situações de extrema vulnerabilidade.

Por isso, fazemos um apelo: Que sejam realizadas, de forma independente e imparcial, as devidas apurações sobre o ambiente de trabalho do Departamento de Polícia Técnica de Juazeiro, pois, estamos adoecendo!

Que sejam ouvidos servidores efetivos, REDA, terceirizados e trabalhadores da limpeza, preferencialmente em condições que garantam o anonimato e impeçam qualquer forma de retaliação.

Que sejam investigadas as denúncias relacionadas à Sala Lilás.

Que sejam avaliadas as condições de trabalho e as relações hierárquicas existentes.

Que eventuais denúncias de assédio moral sejam recebidas com seriedade.

E que os trabalhadores possam exercer suas funções sem precisar escolher entre preservar a própria saúde e segurança funcional ou denunciar aquilo que consideram errado.

Não estamos pedindo que ninguém seja condenado antecipadamente.

Estamos pedindo investigação.

Estamos pedindo escuta.

Estamos pedindo proteção para quem falar.

E, acima de tudo, estamos pedindo que o Departamento de Polícia Técnica de Juazeiro volte a ser um lugar onde profissionais possam trabalhar com dignidade, respeito e segurança.

Precisamos de ajuda.

E precisamos que alguém nos ouça antes que o silêncio adoeça ainda mais pessoas.

A carta foi elaborada a partir de relatos de trabalhadores que, por receio de possíveis consequências funcionais e profissionais, optaram por preservar suas identidades. O Blog deixa o espaço reservado ao DPT sobre o assunto.

Trabalhadores do Departamento de Polícia Técnica de Juazeiro fazem alerta

  1. João Silba disse:

    Bom dia!

    Todo está não passa de uma mentira!
    Existe apenas uma classe de médicos que não querem cumprir horário. Ficaram revoltados porque a gestão colocou ponto eletrônico no DPT. Esta mesma classe de médicos legistas restão revoltados por terem que cumprir sua escala como manda a lei. Nenhum perito criminal, perito técnico, REDA e contratos apoiam os médicos legistas. Estes querem aparecer quando querem e deixam as famílias esperando mais de 5hs em um momento de dor por uma liberação de um corpo. Quando deveriam está 3 médicos legistas por plantão.

  2. P.S Marcos disse:

    Carlos Brito,
    Diante de uma denúncia falaciosa, não poderia deixar comentar tal absurdo.
    Vamos por etapas:
    A coordenadora do DPT de Juazeiro, é uma mulher dedicada, comprometida, responsável e extremamente humana com aqueles que procuram ou precisam do serviços do DPT.

    Quando falam – que Não queremos uma guerra dentro do Departamento. A única guerra que existe dentro do DPT é os Médicos Legistas não querem cumprir sua carga horário.

    Quando falam – Não queremos perseguição contra ninguém. A única categoria que reclama de perseguição são os Médicos Legista, porque não querem cumprir horário.

    Quando falam – Não queremos privilégios. Única coisa que quem é exatamente isto. não cumprir sua carga horária e deixa por exemplo um criança vítima de abuso sexual esperando por eles o dia todo, enquanto estão atendendo em hospitais, quando na verdade deveriam está no DPT.

    Eles dizem que estão pedido – Estamos pedindo investigação. É o que menos o Médico Legista quer, uma investigação. Agora imagina a corregedoria investigando os Médicos Legista, enquanto deveriam está no DPT, estão em seus consultórios, hospitais e clinicas.

    Os Médicos falam que – Estamos pedindo escuta. Então pergunta pra eles, quando na gestão do Senhor então Humberto a Médica Legista Karina Passou dois anos fazendo especialização e não cumpria com sua carga horária porque se encontrava em São Paulo, recebeu do Estado dois anos de salário sem ao menos aparecer. Isto era de conhecimento do então gestor Humberto na época.

    Sobre isto – Estamos pedindo proteção para quem falar. Na verdade estão pedindo que a coordenação se cale e aceito o absurdo dos Médicos Legistas irem trabalha ao seu bel-prazer. Enquanto as vítimas esperam por horas na porta do DPT-IML pela liberação do seu ente queria, quando deveriam ter três Médicos de plantão e não se encontra nenhum.

    E por fim, quero dizer que nossa classe de Peritos Criminas apoiam totalmente está gestão honesta e compromissada. Bem como, nenhuma outra categoria apoiam os Médicos Legistas, porque cumprimos nossa carga horário habitual, sendo Perito Criminal, Técnico, REDA e os contratos.

  3. Lui Bar Me disse:

    Sr. Carlos Brito está denuncia é no mínimo mentirosa. Até imagino de quem partiu está denuncia, dos legistas do IML. Só porque a diretora está fazendo eles cumprirem o horário de trabalho. Quero deixar meus parabéns a Senhora diretora, tanto tempo que trabalho no IML nunca vi ninguém de coragem pra colocar estes legistas pra trabalhar. A população de Juazeiro e região agradecem. Hoje chega no IML e não fica mais esperando o legista por várias horas de sofrimento para um atendimento, quando deveriam está lá. A senhora diretora ganhou o respeito de todas as outras categorias que do IML e que cumprem seu trabalho no horário. Tinha legista no passado que tiravam duas férias no ano. Hoje a diretora não permite. Eita mulher arretada está diretora. Os legistas vão pagar um dia com Deus tudo o que estão tentando fazer com a senhora, com estas mentiras sem fundamento nenhum. Se fosse verdade está denuncia, cadê as provas.

  4. Franci H.N disse:

    Boa tarde, Carlos Brito
    Primeiramente, em mais de 20 anos como servidor no Departamento de Polícia Técnica de Juazeiro – CRPT-Juazeiro. Nunca tivemos tantosd ganhos com está nova gestão. Posso afirma que hoje trabalhamos em uma situção mil vezes favorável, comparando com a gestão do antigo chefe Humberto. Exemplo: prédio novo, viatura nova, ambiente totalmente limpo e aparelhos de última geração. A grande maioria dessa conquista passa pela gestora de Juazeiro, quando muita das vezes tira até dinehiro do próprio bolso pra consertar o pneu de uma viatura para não ficar parada,
    Já sobre as denúncias, o texto deixou claro para todos nós servidores do DPT de onde partiu, De uma classe arrogante, soberba, descompromissada, desrespeitosa e ainda por cima caluniosa.
    Os médicos vivem ameçado a coodenadora nos corredores no DPT, porque a mesma, determinou que os médicos tem que cumprir a escala como todos os outros servidores do Departamento. Quando verdade todos os cargos cumprem com seu horário, menos os médicos, querem fazer bico do DPT. Usam um blog totalmente sério para soltar uma inverdade monstruosa.
    Tentarei explicar um pouquinho. Hoje o Departamento de Polícia Técnica de Juazeiro, conta em média com três Médicos por dia no plantão de 24hs. Em um passado rescente, muitas vezes não tinha nenhum médico no DPT, acumulando corpos, exames e procedimentos solicitados por autoridades locais, porque que deveria está no plantão, não aparecia no trabalho, não cumpriam a escala de 24hs e ainda por cima iam dormir em casa, quando deviarm está lá. Quando a nova gestão assuniu, não aceitou tal babarridade, Assim, começou uma guerra dos médicos contra a atual gestão.
    Venho por este meio, informar que nenhum outro cargo do DPT apoia os médicos e tão pouco está denuncia é verdadeira. Na verdade, estamos todos felizes em ver que a boquinha dos médicos de não trabalhar como era na gestão de Humberto, acabou com está excelente gestão. Nós agradecemos e a sociedade juazerense mais ainda.

    Obs. Teve médica na gestão passada, que passou mais de quarto anos sem aparecer no DPT, fazendo especialização em outro estado. Recebendo seus proventos sem trabalhar. Isto tudo é de conhecimento e aval da gestão da época.

  5. Luiz disse:

    Criminal não gosta de médico. Tem inveja. Por isso essa picuinha de gente sem futuro.

  6. Joelm Santos Freire disse:

    Que denúncia mais sem sentido que já li nos últimos tempos, A pessoa tirar o tempo que passou escrevendo tamanha inverdades. Para não dizer calúnia e difamação, em uma suposta denúncia sem publicar nenhuma prova relacionada a situação. Eu credito que realmente estão comedo de Daniella. Agora os MÉDICOS LEGISTAS estão trabalhando, coisa que a pouco tempo atrás não fazia. Os deuses considerados médicos estão trabalhando, olha que coordenação maldosa, querer que os “SENHORES DE ENGENHOS” cumpram seu horário trabalhista. Só uma pessoa que já precisou utilizar os serviços do IML de Juazeiro sabe o sofrimento que era antes pra a liberação de um corpo pra família enterrar. Hoje com está coordenada a frente, os familiares e vítimas de qualquer tipo de violência, sofreram um pouco menos com tamanha espera que havia no passado.
    Já tinha lido muita denúncia. Mas ler este absurdo, sabemos bem de onde partiu e quem são as pessoas envolvidas. Ou qual é o cargo envolvido.

  7. João Silba disse:

    Respondendo o Luiz disse:
    19 de agosto de 2026 às 13:58
    Criminal não gosta de médico. Tem inveja. Por isso essa picuinha de gente sem futuro.

    Seu comentário é tão pequeno quanto está denúncia. Inveja deve ter vocês médicos por não ter capacidade de gerir um departamento de polícia. Aí procura um blog sério como o de Carlos Brito pra proferir inverdades em nome de todos os servidores, porque a coordenação determinou o cumprimento de horário por parte dos médicos legistas. Sem futuro é defender uma classe que receber o dinheiro da sociedade e não aparece no ambiente de trabalho. A coordenação está certíssima em cobrar horário dos seus servidores.
    Diante de toda falácia proferida nesta denúncia muito mal elabora e sem nenhuma prova. A gestão tem meu respeito e apoio. A sociedade não merece o tratamento desumano que recebia no passado no IML de Juazeiro por parte dos Médicos Legistas. A lei foi feita para todos.

  8. Ricardo disse:

    Trata-se, somente, de uma mudança de cultura pregada pela nova gestão do DPT e que a Coordenadora da CRPT de Juazeiro está fazendo cumprir e isto está gerando insatisfação de quem não quer cumprir a carga horária que o Estado paga.

  9. Rafael Martins disse:

    Infelizmente essa situação não tem ocorrido só em Juazeiro.. São diversos os relatos de assédio recentemente no Departamento de Policia Técnica. Alguns servidores tem sido vítimas de assédio moral, inclusive coagiados diante de seu direito legal de recorrer a justiça para correção de ilegalidades como o não pagamento de horas extras devidas. ações ditas como “inconsequentes e injustificadas”.
    O tom de documentos oficiais da direção dirigidos a servidores e sindicatos é sempre de ameaça.
    Juazeiro tem sido só mais uma marca desse quadro, com atrocidades como a presença de uma câmera de monitoramente instalada na Sala Lilás, ambiente destinado exclusivamente à realização de exames periciais em vítimas de violência física e sexual.
    Enquanto isso a estrutura segue extremamente precária, como demonstrado no Inquérito Civil (IC nº 001388.2026.05.000/5) no Ministério Público do Trabalho, que reúne provas de alojamentos com infestação de insetos, falta de EPIs adequados e desvios de função.

  10. Barros A. Bravo disse:

    Analisando o conteúdo da matéria e os comentários com muita imparcialidade, no primeiro momento é bem perceptível que, na denúncia, não houve o cuidado, pois provavelmente não existe prova material contra esta coordenação. O que se observa é uma tentativa desesperada de macular a imagem de uma coordenação pelo fato de ela cobrar cargas horárias de servidores que não cumprem. Não conheço a coordenação da CRPT-Juazeiro. Mas a matéria chegou a todas as coordenações do DPT da Bahia. Acredito que a grande maioria de Peritos Criminais e provavelmente os Técnico aprova tal postura, pelo simples fato de eles mesmos cumprirem devidamente suas cargas horárias.

    Vou externar um exemplo daqui da CRPT, onde estou lotado desde a minha posse:

    Em um determinado plantão, como o Dr. Igno Almeida, Médico Legista e lotado na mesma CRPT. Comenteu com este que subscreve, que também era Médico Legista em Petrolina, no estado de Pernambuco. Ao perguntar por que ele não pediu transferência para ir para a cidade de Juazeiro, já que as duas cidades são vizinhas e ele já tinha residência fixa por lá. O mesmo me respondeu que aqui a escala é mais flexível e que ficou sabendo por outro Médico Legista que a coordenadora de lá cobra o horário na integral.
    Só agora, de verdade, minha ficha caiu. Aqui na CRPT, onde somos lotados, o Dr. Igno Almeida comparece uma vez por mês, sem mencionar os outros Médicos Legista, que correm no mesmo barco. Ora, se ele é Médico Legista em Petrolina/Pernambuco, existe um CRPT em Juazeiro e mora também em Petrolina, não tem sentido trabalhar a mais de 500km. Observando, na CRPT-Juazeira, a coordenação cobra dia e horário de plantão dos que ali fazem parte do serviço público. Não seria interessante para ele ter que cumprir integralmente sua escala de trabalho.

    Quero fazer um apelo ao Dr. Osvaldo, nosso diretor-geral de polícia técnica. Nossa CRPT precisa urgentemente de uma coordenadora nesse nível de compromisso, com o serviço público e com a sociedade baiana. Nós Peritos Criminais, em minha opinião, devemos abraçar a colega de Juazeiro. Porque, na verdade, sabemos bem a barbaridade que acontece dentro dos DPTs com a falta de compromisso por parte dos Médicos Legistas. Estes precisam cumprir suas escalas, como todo servidor que ali faz parte.

    Perícia criminal forte e com responsabilidade começa primeiramente por aqueles que fazem.

  11. Tayna disse:

    Boa noite, Sr. Carlos Brito

    Aconselho o senhor a procurar familiares e vítimas de acidentes, lesão corporal e abuso sexual. Que necessitam de atendimento médico no IML de Petrolina. Hoje existem mais de 20 médicos que trabalham lá. Como também acumulam seus cargos na cidade de Juazeiro. Irei listar para o senhor alguns. Doutora Alessandra, Doutora Margareth, Doutor Laurentino, Doutor Rogerio e Doutor Celso. Todos estes dificilmente aparecem aqui no IML. Eles dividem as escalas, trabalhando menos de quatro horas por dia, quando deveriam trabalhar 24×72 e ter pelo menos cinco médicos por plantão 24 horas por dia. Ao chegar amanhã no IML de Petrolina, irá ter apenas um médico atendendo. Como mencionei, deveria ter no mínimo 5 por plantão, já que eles são mais de 20 médicos que trabalham lá.

    Toda esta situação é com o aval do Doutor Julio, então chefe do IML de Petrolina. Este também é médico do IML de Senhor do Bonfim na Bahia. O que os trabalhadores do IML de Petrolina não entendem. Como Doutor Julio é Chefe do IML de Petrolina, precisa cumprir uma carga horária administrativa, de segunda a sexta. Atende em vários hospitais de Petrolina e Juazeiro. Como pode estar de plantão em Senhor do Bomfim. Porque aqui ele dificilmente aparece.
    Percebo que essa questão dos médicos não aparece aqui e não quer aparecer lá na outra cidade; para eles, isto é normal. O povo que sofra. Mas parece que o chefe de lá botou quente e estamos sabendo aqui que lá eles trabalham por causa da cobrança do chefe deles.

    Escutamos muito aqui no IML, não mexa com os médicos, que médico é médico. Que tem força política. Mas parece que lá a coisa é bem diferente daqui.

    Tenho fé em Deus que o doutor Julio um dia vai pagar por todas atitudes.

  12. Dorival disse:

    Não se quantifica competência com palavras. Vejo nome de pessoas competentes que estudaram muito para chegar aonde chegaram e são exemplos de caminhos a seguir. Só quem perde é a população enquanto atacarmos uns aos outros. Quem grita para ser obedecido não nasceu para liderar.

  13. Dorival disse:

    Gostaria que analisassem o currículo de todos os doutores citados acima e quantos anos de estudo eles têm. Nada é por acaso. Não deve existir guerra de vaidades, e sim um alinhamento para melhor prestarmos o serviço a população.

  14. Jeferson Paz disse:

    Realmente não quantifica competência com palavras. Mas se quantifica competência com responsabilidade e respeito para com a sociedade. Agora, não querer cumprir sua carga horária de trabalho é no mínimo falta de caráter. Não cumprir com sua carga de trabalho é o exemplo de descompromisso com toda sociedade. Exatamente são os nomes deste citado nos comentários logo a cima, Celso. Karina, Roberta, Laurentino, Igno, Margaret, Alessandra, Rogério e dentro outros mais no estado da Bahia, não cumprem seus horários. Não são exemplos nenhum a seguir. Não quero meus três filhos se espalhando nesse tipo de gente.
    Currículo nunca foi sinônimo de caráter, porque se fosse, não estaria prestando este nível baixo de papel. “Doutores” com anos de estudos, infelizmente não é título exclusivo do cargo de médico. No DPT existe doutores em todos os cargos, Perito Técnico, Criminal e até mesmo REDAS.
    O maior questionamento aqui nos comentários é sobre o cumprimento de horário de trabalho por parte dos médicos. Até o presente momento nenhum médico veio aqui explicar esta situação. Porque todo o DPT da Bahia já sabe a verdadeira situação.
    Peço a sociedade baiana e região que análise o caso em tela:

    Roberta, Alesandra, Igno, Margaret, Celso, Rogério e Laurentino, são médicos legistas em Petrolina, segundo postagem aqui mesmo nos comentários. Que também são médicos legistas na Bahia. Agora expliquem aí como eles cumprem 40hs semanais lá e 40hs na Bahia. Segundo outro comentaria aqui, lá na cidade de Petrolina no IML os mesmo trabalham apenas 4hs por semana, quando deveriam trabalhar no plantão de 24hs. Agora imaginem, o chefe do IML de Petrolina é também um médico, o então chefe Júlio. Este chefe do IML de Petrolina é médico legista também em Senhor do Bonfim na Bahia. Sendo que o gestor em Petrolina trabalha no expediente, de segunda a sexta. Como pode estarem em vários lugares ao mesmo tempo. Sendo que ainda atendem em suas clínicas e hospitais da região.
    Outro comentário logo a cima. É o de um médico legista Igno. Também médico legista na cidade de Petrolina, onde o mesmo chefe é o Júlio. Médico legista em Ilhéus Igno. Segundo outro comentário, como pode o mesmo trabalha 40hs em ilhéus e 40hs semanais em Petrolina. Cidades cerca de 700km de distância uma da outra.
    Vamos agora pra tal dessa Karina, também médica legista. Que passou mais de dois anos fazendo um curso em SP, quando deveria está cumprindo com sua carga horária. Tudo também com o conhecimento do chefe da época Dr. Humberto, que com certeza deve ser médico também.
    Agora fica a pergunta que não quer calar. Cadê a corregedoria desses estados? Pra fiscalizar esta classe que se dizem estudadas e doutores. Mas que pelos comentários aqui, percebesse que o único intuito aqui é conseguirem o que os médicos querem, que é não trabalhar.
    Governadores de Pernambuco e Bahia. Demissão nesse povo. Para que sirva de exemplo para outros que pensem ingressar no serviço público e que apenas quer sugar o dinheiro da população.

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