Sindicatos dos bancários e dos comerciários de Juazeiro denunciam descumprimento de lockdown

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Fotos: divulgação

Mesmo diante do mais recente decreto do governador da Bahia, Rui Costa, determinando que apenas atividades essenciais podem funcionar normalmente em Juazeiro, a indisciplina da população quanto às medidas de combate à Covid-19 é um fator preocupante.

Na manhã de ontem (8), por exemplo, o Sindicato dos Bancários (SEEB) flagrou algumas agências com filas enormes, o que aumentam as chances de disseminação da doença. Nesse sentido, a entidade orienta que as pessoas não compareçam às agências. Para o presidente do SEEB, Maribaldes da Purificação, não adianta ter lockdown e continuar essas aglomerações nos bancos e nas casas lotéricas.

Já o presidente do Sindicato dos Comerciários, Fábio Cesar, acredita ser importante uma fiscalização constante e efetiva. “Nada adianta seguir o decreto, que tem por objetivo conter a disseminação do coronavírus, e não ter fiscalização. É preciso mais atitude da administração municipal. Nosso papel é orientar que exerçam o que foi determinado e a prefeitura precisa adotar medidas cabíveis para responsabilizar os estabelecimentos que descumpriram o decreto“, ponderou Fábio.

Como este Blog divulgou, o trabalho fiscalizatório por parte da prefeitura vem acontecendo na cidade através dos funcionários da Secretaria de Meio Ambiente e Ordenamento Urbano (SEMAURB), Guarda Municipal e Companhia de Segurança, Trânsito e Transportes (CSTT), juntamente com a Polícia Militar da Bahia (PMBA). Ontem as equipes encontraram alguns estabelecimentos não enquadrados como atividades essenciais e que estavam funcionando, o que não é permitido. Os proprietários foram orientados pelos agentes das forças de segurança a fecharem as portas.

2 COMENTÁRIOS

  1. O Presidente desse sindicato precisa entender que as pessoas vão ao banco por serviços que não podem ser realizados foram das agências. Ontem fui a agência do Banco do Brasil e tive que esperar no sol até poder entrar.
    Cabe aos bancos gastarem parte dos bilhões de reais do seu lucro proporcionado o mínimo de conforto para seus clientes, como alugando toldos. Não pode esse presidente e as instituições financeiras transferirem para o consumidor o ônus pela organização do atendimento presencial.
    Afinal ninguém vai ao banco ou lotérica fazer turismo ou a lazer, se estão abertas é porque o poder público entende que sejam essenciais.

  2. O sindicato dos bancários pode ficar despreocupado, afinal o vírus não gosta de fila de banco, ônibus lotado, supermercados lotados e fila de lotéricas lotadas. Ele circula entre 20 hrs até 5 hrs da manhã, seguindo os gênios da política. Não adianta lockdown sem a ajuda da população, sem um trabalho sério de conscientização por parte das autoridades. Protocolos e tratamento preventivos são alternativas para esperar a chegada das vacinas. Isso se morássemos em um país sério e comprometido com o bem estar da população. Mas infelizmente estamos no Brasil, onde tudo no momento é politizado por uma categoria de políticos sem noção e irresponsável.

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