Neste artigo, o colaborador Rivelino Liberalino, em parceria com Victoria Liberalino, propõe uma reflexão profunda sobre a dor da maternidade diante da perda de um filho, a partir da figura de Maria como símbolo humano de fé, entrega e permanência. O texto percorre sentimentos que não cabem em explicações, abordando o luto, a ausência e o amor que permanece, ao mesmo tempo em que apresenta Maria não apenas como devoção, mas como presença que acolhe, compreende e permanece ao lado de quem sofre. Confiram: Há dores que não cabem em palavra alguma. Talvez a maior de todas seja aquela que faz uma mãe enterrar um filho, porque ali não morre apenas quem parte. Alguma coisa dentro de quem fica também […]
Artigo do Leitor: “Maria, mãe da dor que não tem nome”
por Carlos Britto // 01 de abril de 2026 às 20:30



Isso a Record não mostra!