O forró, mais do que um gênero musical, é a alma de um povo e a expressão cultural do Nordeste que atravessa gerações. Nascido da combinação de influências africanas, indígenas e portuguesas, o forró tornou-se um patrimônio cultural de valor inestimável. Contudo, como toda cultura viva, enfrenta diversos desafios. Com o São João já entre nós, três forrozeiros abriram o coração e tocaram na ferida. Kelvin Diniz, Chambinho do Acordeon e Marquinhos Café são uma espécie de “guardiões” do forró tradicional – que, apesar de rico, precisa se reinventar para conquistar a relevância entre as novas gerações e superar o risco de cair no esquecimento. Mas, como o forró pode se manter relevante sem perder suas raízes? E mais importante, […]
Artistas lamentam redução do espaço para forró dentro e fora do ciclo junino
por Carlos Britto // 02 de junho de 2025 às 21:00



Vai-se argumentar na África que: seus filhos cativos outrora, hoje livres ajudam a produzir vinhos e espumantes missigenados, e orgulhosos…