Neste artigo, o colaborador Rivelino Liberalino propõe uma reflexão profunda sobre a origem dos comportamentos que costumamos rotular como vícios. O texto desloca o olhar do ato em si para as dores silenciosas que o antecedem, explorando como padrões repetitivos, relações desgastantes e escolhas aparentemente conscientes podem, na verdade, ser formas de anestesiar feridas internas não resolvidas. Confiram: Hoje eu não quero falar de vício. Quero falar daquilo que vem antes. Daquilo que ninguém vê. Daquilo que não aparece nos discursos, nem nos diagnósticos, nem nas estatísticas. Quero falar da dor silenciosa que não faz barulho, mas organiza a vida de muita gente sem que ela perceba. Porque há dores que não gritam. Elas se estruturam. Aprendem a conviver. Se […]
Artigo do leitor: “Você não está viciado, está ferido”
por Carlos Britto // 26 de abril de 2026 às 20:00



Eu sou usuário destes ônibus todo mês essa empresa não tem respeito pelo passageiro cobra caro e um péssimo serviço…