Ronaldo Cancão alerta para número crescente de pessoas vivendo nas ruas de Petrolina e reforça necessidade de disciplinamento dos flanelinhas

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Foto: Blog do Carlos Britto

O vereador governista Ronaldo Cancão (PTB) disse que o fato de ser aliado do prefeito Miguel Coelho (sem partido) não o impede de chamar a atenção do poder público para um problema que vem causando preocupação em Petrolina: o número preocupante de pessoas vivendo nas ruas. Em entrevista ao Programa Carlos Britto, na Rural FM, Cancão citou vários pontos da cidade onde esse fato pode ser constatado.

Essa situação de flagelamento é assustadora. Há moradores de rua no Bodódromo, ao lado da prefeitura, no Coreto da Praça (21 de Setembro), no Bambuzinho, no Santander, ao lado do Neurocárdio e da Rodoviária. Precisamos tomar uma providência”, alertou.

Cancão disse entender o lado humanitário dessa problemática, mas argumentou que, enquanto vereador de Petrolina, não pode ficar calado.

Ele sugeriu, inclusive, que a administração municipal faça um levantamento desses moradores de rua e dê uma ajuda de custo para aqueles de fora retornarem aos seus lugares de origem, já quem não encontraram emprego em Petrolina. “É dolorido, eu sei que é. O que não podemos é estar nessa situação de flagelamento. Eu ando na orla e, a cada cem metros, me deparo com um colchão”, afirmou.

Flanelinhas

O vereador lembrou ainda a questão dos flanelinhas, outro problema que desafia as autoridades locais. Recentemente a Casa Plínio Amorim aprovou um projeto de lei de autoria de Cancão, cobrando do Executivo um cadastramento desses profissionais. A lei já foi sancionada pelo prefeito Miguel Coelho, mas Cancão frisou que alguns que se dizem flanelinhas continuam a impor medo nos cidadãos petrolinenses, sobretudo na área do polo médico, no Centro da cidade. “Tem muita gente de bem, muito pai de família trabalhando como flanelinha. Esses a lei vai dar segurança. O que a lei não dá segurança é o cidadão ficar enrustido de flanelinha e vendendo droga”, analisou.

Citando dois homicídios já registrados na cidade envolvendo flanelinhas, Cancão disse que, após o segundo homicídio, solicitou um pelotão da Polícia Militar no local onde ocorreu o fato, nas imediações da agência do INSS e dos hospitais privados. Porém o efetivo ficou apenas temporariamente. O vereador disse já ter conversado com representantes da prefeitura e do Ministério Público de Pernambuco (MPPE) sobre o assunto. Em relação a este último, existe até um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) cobrando um disciplinamento dos flanelinhas. Cancão reforçou também já ter conversou com o próprio Miguel Coelho. “Esperamos virar a página dessa situação”, completou.

9 COMENTÁRIOS

  1. Sou filho de Petrolina e tem lugar na minha Cidade que eu evito ir por conta dessa gente incoviniente, Eles pensam que sao donos dos estacionamentos públicos . Acho que a prefeitura podia tirar essa gente. Vc ver que são gente que estão ali pra arrecadar dinheiro pra alimentar o Traficante.

  2. Repasse uma porcentagem da zona azul para os flanelinhas,cadastre essas pessoas, não sei,o que não pode é pagarmos a zona azul e os flanelinhas, façam um levantamento,vejam quem tem residência fixa,quem é de fora e vive nas ruas, está difícil resolver coisas no centro da cidade,eu particularmente ,evito o máximo, prefiro pagar mais caro e ir ao shopping.

  3. O gestor da Prefeitura precisa URGENTE, retirar essas pessoas que vivem nas ruas. Principalmente, do centro da cidade.
    De dia de noite, não temos como andar meio metro e não se deparar com esse tipo de pessoas.
    Os turistas que veem a nossa cidade ficam com medo de ir até a Praça da Catedral para registrar ao menos uma foto. Porque eles ficam importunando as pessoas.
    PROVIDENCIAS URGENTE !!!!!

  4. Já deveria ter uma lei municipal para proibir de ter flanelinhas na cidade, essas pessoas que trabalham lavando carro a prefeitura deveria fazer parceria com empresas privadas pra remanejar esse povo. Ali mesmo na rua atrás da Apami não tem quem passe por aquela calçada, que os lavadores de carro tomaram de conta.

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