Professor da Univasf fala sobre engenharia de soft

por Carlos Britto // 25 de junho de 2009 às 09:36

Caro Carlos Britto,

Por iniciativa de uma equipe liderada pelo Prof. Silvio Meira, do Centro de Informática da UFPE e do Centro de Estudos e Sistemas Avançados do Recife (CESAR), foi aprovada pelo CNPq e pela FACEPE a criação do Instituto Nacional de Engenharia de Software (INES), como parte das ações do Ministério da Ciência e Tecnologia no apoio à criação de entidades que promovam a pesquisa e difusão tecnológica no país, no formato de Institutos Nacionais de Ciência e Tecnologia.

O INES já nasce fortalecido, pois conta com a participação das seguintes instituições: UFPE (instituição sede), CESAR, UPE e UFRPE (Recife-PE), FACAPE (Petrolina-PE), UFBA e UNIFACS (Salvador-BA), UFCG (Campina Grande-PB), UFPB (João Pessoa-PB), UFRN (Natal-RN), e UFS (Aracaju-SE). Cada uma dessas entidades terá um papel significativo dentro do Instituto e a as diversas linhas de pesquisas ocorrerão com objetivos comuns.

A transferência tecnológica para nossa região será induzida automaticamente, na medida em que os resultados serão compartilhados por todas estas instituições, nas suas respectivas áreas de atuação.

Outro fator positivo nesta ação foi a iniciativa de trazer para o projeto instituições localizadas fora das capitais.

O pólo Petrolina/Juazeiro faz-se representar agora pela Facape, que foi incluida como entidade associada desde o início do projeto, através de professores/pesquisadores do seu curso de Ciência da Computação e também pela Univasf, como entidade colaboradora, através de professores do Colegiado de Engenharia da Computação.

É louvável então essa inclusão. Demonstra um interesse dos que conduzirão o INES na expansão do seu raio de ação, na ampla difusão e aplicação dos seus resultados e também em acreditar na região que tem um potencial de crescimento na área de tecnologia da informação. O sertão saberá responder a essa nova e produtiva demanda.

www.ines.org.br

Prof. Jorge Cavalcanti – Univasf

Professor da Univasf fala sobre engenharia de soft

  1. Miguel Fenacci disse:

    É pura PIADA e historia para boi dormir.

    Jorge Cavalcanti era diretor do curso de Ciencias da Computa Ação da FUck Up e em seus 5 anos não trouxe nada para curso.

    A ultima frase “O sertão saberá responder a essa nova e produtiva demanda.” Eu pergunto a todos que já fizeram o curso de computa Ação na Fuck Up! Alguém ja colheu frutos do curso de ciencias da computação?

    Piada, boa parte do pessoal formado na area, atua em outra area, até gente com o canudo na mao trabalha de digitador.

    E quanto mais essa de INES. Jorge sinceridade, isso não passa de uma piada de mal gosto.

    Eu Duvido que depois de tanto tempo mais de 10 turmas formadas essa nova empreitada DENTRO da fuck Up consiga decolar.

    O mais certo seria fora dela em um orgao Federal e Nao municipal.

    Paciência, vamos esperar para ver se tem um resultado diferente do que ja fora apresentado pelo curso de Computa Ação nas antigas Facape.

  2. Jorge Cavalcanti disse:

    Miguel,

    Além de extremo mau gosto e palavras baixas, você demonstra desconhecer completamente a nossa honrosa passagem pela Facape, que fez com que eu me orgulhasse de ter servido aquela instituiçao. Vou enumerar algumas coisas para o seu conhecimento, que demonstrou ser muito baixo e infantil.

    1 – O curso foi avaliado com nota 03 no Enade, a segunda maior nota do estado de PE.

    2 – Dar orgulho, por exemplo, pra gente chegar na Secretaria de Tecnologia da Informacao da Univasf e encontrar vários dos nossos ex-alunos aprovados em concurso público. Isso se repete no CEFET, no Incra, na Justiça Federal, infraero, todos atuando na area de formação em computação.
    3 – Na iniciativa privada, podemos citar a Unimed, a Agrovale, Unicred e outras tantas empresas que tem absorvido nossos bons alunos. Há, ja temos ex-alunos em empresas do Porto Digital em Recife também!

    4 – Trouxemos a primeira especialização em engenharia de software para a região, formando agora quase 20 profissionais. Foi essa especialização que abriu as portas da Facape no INES, contando claro, com nossa articulação e do prof.Ricardo Amorim.

    5 – Trouxemos a microsoft para dentro da Facape. Hoje todos os alunos e professores têm acesso gratuito a softwares microsoft, assim como os laboratórios da instituição. Ajudamos a realizar o Miscrosoft Student to Business, um programa de capacitação oficial existente apenas nas capitais do nordeste. Trouxemos campeões mundiais da imagine cup para motivar e mostrar pros nossos alunos que só depende deles conquistarem seus espaços.

    6 – Fizemos pesquisa com apoio do Sebrae e do CNPq (pela primeira vez na história da Facape!). Apresentamos projetos juntamente com a Embrapa e Uneb. Tivemos bolsistas do CNPq em projetos em parceria com a UFPE durante 02 anos.

    7 – Em relação ao INES, você ou é cego ou não quer ver. Já ouviu falar disso? Sabe procurar na internet informações sobre quem lidera e quem compõe o instituto? Já ouviu falar do prof.Silvio Meira? Uma dica: veja em http://www.ines.org.br, leia tudo, mas em particular a opção laboratórios e pesquisadores.

    8 – O respeito e a credibilidade que conquistamos ao longo de 15 anos de atuação na área de ensino e pesquisa em computação nos fazem acreditar que sempre procuramos contribuir da melhor forma possível para o desenvolvimento da computação na região, sempre buscando parcerias e projetos que fortaleçam essa área. Uma das formas do reconhecimento do trabalho pode ser vista em http://www.sbc.org.br/index.php?language=1&subject=180

    Mais uma vez, destaco a infelicidade das suas palavras, seja por desconhecimento da realidade, seja por maldade ou o que quer que seja. Acho que você devia reavaliar suas opiniões ou então se informar melhor. Não acredito que você seja aluno e se for, acho que está no curso errado.

    Atenciosamente,

    Jorge Cavalcanti

  3. Miguel Fenacci disse:

    9 – Você tem algum indice de pesquisa que comprove todos esses itens listados aqui?

    10 – Ja parou para avaliar que os alunos que você menciona são apenas amostragem de 2 a 3 % do total de alunos formados na instituição?

    11 – Uma faculdade que tenha o interesse em ministrar cursos de computação teria ao menos que ter computadores descentes que dessem para alunos aprender na prática e não usar compiladores antigos como é praticado.

    12 – O método de prova de programação é feito até hoje no lapis e papel em branco. Isso você deveria visitar outras instituiçoes até mesmo o Cin do Recife, ja fez isso para ver como fora feita?

    13 – Sou aluno do curso e posso considerar que o curso é muito imaturo e infatil para a realidade do curso. Se o vale quer decolar nesse sentido precisa aperfeioçar a maneira didática que é passada para os alunos em geral.

    14 – 50% dos que se formaram encontram-se perdidos em frente de caixa de banco, digitador de uma das empresas que voce mencionou, técnicos em informática (meia boca) de lojas que vendem CD pirata. Isso lhe dá orgulho? Saber que mais da metade das pessoas que fizeram o curso trabalham nessa área?

    Jorge Cavalcanti, acorde, com suas proprias palavras, ou você é cego ou não você ou é cego ou não quer ver.

    você trocou a facape por outra instituição por meros ganhos financeiros e não por compromisso com o curso.

    O Curso nunca irá esquecer os atrasos dos professores, a cadeira de filosofia em curso de informática, as mancadas de laboratórios com computadores ultrapassados.

    Enquanto isso você enche seus bolsos de dinheiro, abre a boca e diz que eu sou cego, infantil e baixo?

    Come on! Grow up man e haja com firmeza em suas declarações e não com historinhas para boi dormir. Por que esse tipo de discurso é até eloquente mas não convicente.

    Sem mais delongas.

  4. Jorge disse:

    A pesquisa pode ser feita com uma simples visita aos órgãos/empresas que listei acima.

    É de duvidar que você seja realmente aluno do curso. Não tá satisfeito, mude de curso ou de instituição, será que conseguiria?

    Fizemos recentemente um teste para bolsista CNPq para o INES ai na Facape, você fez? Passou?

    O ano passado, fizemos um teste para os cursos gratuitos da Microsoft, você fez? Passou?

    Alunos que não estudam e que culpam professores e a instituição tem em todo o canto. O mercado quer e procura os melhores e não os medíocres. Se alguem está satisfeito por trabalhar nos locais que você citou, é problema ou interesse de cada um ou até por questões pessoais ou de falta de outras oportunidades mesmo. Temos sim também bons alunos (e ex) exercendo outras funções ou atividades não compatíveis com sua formação, aliás isso não acontece somente com os profissionais de computação.

    Interessante que esses alunos que se destacam foram formados em condições inferiores às que vocês hoje dispõem nos laboratórios da Facape.

    A Facape tem hoje um sistema de registro e controle acadêmico que não fica atrás de nenhum outro do gênero, e foi desenvolvido pelo professor de programação em conjunto com BONS alunos do curso. Dei a minha contribuição nessa área também.

    Mais uma vez eu traduzo as suas palavras como uma externação de uma possível frustração, dentro daqueles casos que se não se assume a responsabilidade das coisas e se tenta transferir para outros.

    Posso te assegurar que se tive motivos para sair da Facape, nenhum deles foi o financeiro, pelo contrário. E toda vez que puder contribuir de alguma forma para a instituição assim o farei.

  5. Ex-Aluno da Facape disse:

    É impressionante como existem ainda alunos desse tipo, transferem para as IES a responsabilidade pelas competências que precisam desenvolver, esperando passivamente que caia do céu, nem sequer questionam seu próprio papel nesse processo, culpam a sua faculdade pela falha na sua formação. Acorde camarada!!!

  6. Vitor Soares disse:

    Provavelmente este Miguel Fenacci deva ser um desses viciados em orkut e MSN e aí a mamãe e o papai dizem que ele seria bom para fazer “Informática”. Aí este moleque acha que vai saber realmente o que é Computação.
    Programação no lápis e papel, não é para suprir a falta de computadores capacitados, mas para desenvolver raciocínio lógico, acredito que você não tenha. Todos sabemos que Jorge Cavalcanti não é “essa flor que se cheire”, mas que deu contribuição, isso ele fez!

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *