Por recomendação do MPPE, abate de animais em municípios do Sertão do Pajeú passa para unidade em Afogados da Ingazeira

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marchantes sertão do pajeú

Se em Petrolina a questão do abate clandestino, após o fechamento do matadouro (em fevereiro deste ano), dá o que falar, no Sertão do Pajeú o Ministério Público de Pernambuco (MPPE) resolveu pressionar pelo cumprimento às normas sanitárias. Representantes do órgão e prefeitos da região discutiram, num recente encontro, o assunto.

Ficou acertado que o abate de animais nos municípios onde não se observava essa questão foi transferido para a unidade regional de Afogados da Ingazeira. Os municípios de Tuparetama, Brejinho, Itapetim e Solidão foram os últimos a levar o abate para Afogados, somando-se a Santa Terezinha e Carnaíba.

Por não atender às exigências, o MPPE recomendou a interdição dos matadouros em Iguaracy, Ingazeira, Tabira, Quixaba, Tuparetama e Sertânia. O que ainda apresentava mais resistência dos marchantes era Santa Terezinha. Foi necessária uma reunião com os profissionais para mostrar que não havia outro caminho senão transferir o abate, diante das condições precárias da unidade na cidade. O órgão também propôs um prazo para a adequação das prefeituras, organizando os matadouros para que as cidades possam voltar a receber o abate. Em Santa Terezinha, a reunião foi coordenada pelos promotores Aurinilton Leão e Lúcio Luiz de Almeida Neto. (foto/divulgação)

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