A Prefeitura de Petrolina iniciará na próxima segunda-feira (18) as inscrições para um processo seletivo simplificado destinado à contratação temporária de profissionais para atuação na área de assistência social do município. A seleção será organizada pela Faculdade de Petrolina (Facape) e contempla vagas para cargos de níveis fundamental, médio, técnico e superior.
As inscrições deverão ser realizadas exclusivamente pela internet, até o dia 2 de junho, através do site Facape Concursos. As taxas de inscrição variam conforme o nível de escolaridade: R$ 90 para cargos de nível superior; R$ 70 para níveis técnico e médio e R$ 50 para nível fundamental.
O processo seletivo oferece vagas para funções como assistente social, psicólogo, advogado, coordenador, educador físico, nutricionista, pedagogo, técnico de informática, intérprete de Libras, orientador social, auxiliar administrativo, digitador social, motorista, cozinheiro, auxiliar de limpeza, eletricista, pedreiro e ajudante de pedreiro. Os salários variam entre R$ 1.621 e R$ 2.365,13, de acordo com o cargo e carga horária.
A seleção será realizada em etapa única, através de prova objetiva prevista para o dia 14 de junho de 2026. Os cartões de inscrição com locais e horários das provas serão disponibilizados no dia 11 de junho no site da Facape. O edital também prevê reserva de vagas para pessoas negras, pardas e pessoas com deficiência. Os candidatos que atendam aos critérios estabelecidos poderão solicitar isenção da taxa de inscrição nos dias 19 e 20 de maio. Mais informações podem ser obtidas pelo e-mail concursopmp@uni.facape.br, pelo WhatsApp (87) 3866-3260 ou através do site oficial da seleção.



Há aproximadamente 20 anos que a prefeitura de Petrolina não realiza concurso publico para suprir as vagas da Área Social, cuja secretaria já teve tanto nome que é impossível especificar.
São duas gestões de Julio Lossio, duas gestões de Miguel Coelho e uma de Simão Durando, sem mencionar as gestões de FBC.
Tudo com a anuência da Câmara de Vereadores que finge que fiscaliza.
O MPPE deveria dar uma olhadinha nessa questão também!