Mulher é impedida de receber seguro-desemprego e culpa instituição em Petrolina

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Hildete Margarida da Silva está sem saber o que fazer para receber as parcelas do seguro-desemprego. Depois de passar mais de dois anos fora de Petrolina, ela voltou à cidade e está há mais de 15 dias tentando resolver a situação junto à Associação Petrolinense de Amparo à Maternidade e à Infância (Apami), onde trabalhou como atendente de telemarketing.

A este Blog, ela contou ter assinado sua rescisão contratual em 2013, quando deixou Petrolina e foi morar em Campinas (SP). Lá, ela conseguiu emprego numa rede de supermercados, onde ficou até outubro de 2017, quando foi demitida e voltou a Petrolina com seu esposo. Ela disse que ainda recebeu uma parcela do seguro-desemprego, mas a segunda foi bloqueada. O motivo, segundo ela, é que está constando a existência de um vínculo empregatício dela com a Apami, inclusive com um salário três vezes maior do que ela ganhava (em 2013).

Ela disse que procurou a Associação e tentou resolver a situação, mas sem êxito. Foi ao Ministério do Trabalho e foi informada que as outras parcelas do seguro só serão liberadas após a resolução desse problema. Caso contrário, ela terá que devolver o valor da parcela já recebida. Hildete disse que passou o fim de ano sem dinheiro e continua assim neste início de ano. Segundo ela, o setor financeiro da Apami prometeu resolver, mas Hildete voltou à instituição ontem (8) e nada tinha sido feito.

Hildete disse que não pode procurar um emprego no momento, e, caso encontre, não conseguirá assinar a carteira. “Eu só quero o meu seguro-desemprego de volta“, resumiu ela. Sobre o assunto, o Blog procurou, hoje (9), o setor responsável da Apami, que ficou de voltar a procurar a reportagem para esclarecer o fato. Até o fechamento desta matéria, no entanto, nada foi repassado.

12 COMENTÁRIOS

  1. O caso pode ser encerrado na frase “quando pediu demissão para voltar a Petrolina com seu esposo”. Quem pede demissão não faz jus a receber seguro desemprego.

    • Leia a reportagem direito. Ela chegou a receber uma parcela, a seguinte foi bloqueada porque consta que ela ainda está vinculada a Apami com um salário maior do que o que recebia em 2013. Tem maracutaia na Apami.

      • Continua errado. Se ela pediu demissão lá em SP, não tem direito de receber o seguro. Se ela foi demitida da APAMI em 2013, ela poderia ter dado entrada no seguro em até 6 mese ou 1 ano e depois ter recebido.

        Se ela pediu demissão, e mesmo assim ainda recebeu uma parcela realmente tem algo errado, mas não com o Bloqueio.

  2. Que falta de assunto é esse jornalismo de Petrolina??? Esse assunto só seria realmente notícia se fosse descoberto que alguém recebia o salário da Apami no lugar de Hildete. Se isso vem acontecendo não foi dito. É como já foi dito no outro comentário a informação repassada sobre pedir demissão e receber Seguro desemprego não condiz com as regras, pois uma ação anularia a outra.

  3. Não pessoal conheço a pessoa a reportagem inverteu o caso ela pediu demissão da apami pra ir pra sao paulo,em sao paulo ela foi demitida da empresa pois a mesma deu entrada no seguro la em sao paulo e qndo chegou aqui o seguro foi cancelado ai foi qndo ela descobriu que tava registrada na apami e com um salario 3 vezes maior do que ela recebia.

  4. O Setor Pessoal da Apami lamenta o ocorrido com a ex-funcionária. O erro foi involuntário no preenchimento do sistema. informa que o problema foi resolvido ontem à tarde, e de acordo com informações recebidas pela Delegacia do Trabalho a mesma está apta a receber o seguro desemprego na próxima semana.

  5. José Araújo, Cristhovao e Patricia leiam o comentário da Cristina de Souza.
    É preciso investigar, pois alguém pode estar lesando a sra. Hildete. E isso não é justo, não é honesto. Isso é corrupção. Que se investigue e puna devidamente caso se comprove o fato.

  6. O mesmo aconteceu comigo em Juiz de Fora. Fui contratado pela Prefeitura de Juiz de Fora em 2015, mantinha paralelo a este contrato, um vínculo privado numa escola como professor. No final de 2017, fui demitido e pra minha surpresa, ao entrar com meu Seguro Desemprego, constou que possuía vínculo empregatício com a PJF, onde em maio de 2016, meu contrato já havia terminado. Simplesmente o RH da Prefeitura de Juiz de Fora, não deu baixa na RAIS. Após várias tentativas de pedidos na prefeitura, o que me restou foi processá-la por danos morais e materiais. Incompetência pura dos servidores. Estou pronto para entrevistas. Isso tem que mudar.

  7. O que deve ter acontecido é que a empresa não fechou o vínculo empregatício nela no caged ou no CNIS. Aí aparece como se ainda estivesse empregada. Depois que a empresa acertar, o MTE fará um recurso para a resolução do problema

  8. Agradeço ao senhor Antonio Dion pela a informação de que i problema foi resolvido so lamento ter resolvido so ontem apos eu ter expor a minha imagem dessa forma desde do dia 21 de desembro eu procurei ao setor pessoal da Apami junto ao ministerio do trabalho que por sua vez informou que não poderia fazer nada por me se a Apami não resolvesse o problema.varias vezes procurei a Apami e não tive nem um resultado so no dia 9 informei o setor pessoal da Apami que eu ia procura o carlos brito pra me ajudar foi ai que o problema foi resolvido so lamento muito eu ter que chegar a esse ponto de expor a minha imagem pra eles resolver o problema. De qual quer forna agradeço .

  9. Essa safadeza está em todo lugar , moro em Ferraz _sp, recebi uma parcela em abril ,as outras quatro foram bloqueadas alegando irregularidade, fui no ministério do trabalho dei entrada no recurso por duas vezes, hoje liguei no 158 a atendente disse que eu tenho que entrar com recurso , palhaçada se já está tudo lá comprovando que não há irregularidade alguma , ainda estou desempregada a quem recorrer se é um direito meu, esse é o Brasil.

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