Miguel Coelho acredita em mais de um palanque da oposição para derrotar socialistas

por Carlos Britto // 18 de janeiro de 2022 às 16:59

Foto: Blog do Carlos Britto

A oposição em Pernambuco dá sinais cada vez mais claros de que seguirá com mais de um palanque no primeiro turno pela disputa do Campo das Princesas nas eleições deste ano. Pelo menos é o que deixou a entender um dos protagonistas da sucessão estadual, o prefeito de Petrolina Miguel Coelho (DEM).

Em entrevista ao Programa Painel 100.7, da Grande Rio FM, nesta terça-feira (18), o pré-candidato a governador disse não ter dúvidas que o grupo oposicionista estará unido. No entanto, ele acredita que as chances de vitória seriam maiores se houvesse mais de uma candidatura.

“Sabe quando foi que a oposição venceu uma eleição de governador em Pernambuco? em 2006, quando a oposição teve dois candidatos. De lá pra cá, a oposição sempre teve uma candidatura única e sempre teve o mesmo resultado: a derrota”, ponderou Miguel.

O prefeito de Petrolina ressaltou que, nesse momento, é preciso ter também “um pouco de humildade” e aprender com a história para construir as pontes necessárias a um determinado projeto. “Até porque os apoios políticos são muito importantes, sem duvida. Só que é essencial e crucial para uma vitória politica é o apoio e a confiança das pessoas com o nosso projeto”, argumentou. Quando começou suas andanças pelo Estado, Miguel lembrou que tinha em torno de 27 a 28 prefeitos ao seu lado, e conseguiu encerrar 2021 com mais de 38 aliados ao projeto do DEM e do PSL, que formarão o União Brasil. A essas duas legendas também se juntará o Podemos.

Confiança

Rebatendo os críticos da Capital, que ainda duvidam de sua provável candidatura a governador, Miguel enalteceu a confiança do povo de Petrolina a partir do trabalho que desenvolveu no principal município do Sertão, nesses dois mandados à frente da prefeitura. Com a gestão aprovada pela maioria esmagadora dos petrolinenses, Miguel disse ter todas as condições de levar esse trabalho em nível estadual para tentar reverter números considerados negativos da gestão socialista – a exemplo do desemprego, abastecimento d’água precário e rodovias esburacadas.

A expectativa, agora, é de que ele se desincompatibilize no próximo dia 2 de abril, quando passará o cargo para o vice Simão Durando Filho (DEM), que acompanhou Miguel na entrevista de hoje.

Miguel Coelho acredita em mais de um palanque da oposição para derrotar socialistas

  1. Petrus disse:

    Só tenho uma coisa a declarar: 40 em vocês, com Jarbas Filho deputado estadual, Paulo Câmara senador e deputado federal ainda em análise. Entre o presidente mulambento eleito por grande equívoco do povo brasileiro X Lula, fico com o 13.

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