Inquérito da morte de seguranças em conflito com MST fica pronto em 2 dias

por Carlos Britto // 28 de fevereiro de 2009 às 17:25

inquérito sobre a morte dos seguranças de uma fazenda em São Joaquim do Monte, no Agreste pernambucano, durante um confronto com trabalhadores sem-terra ligados ao Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), deve ser concluído em dois dias.

Segundo o delegado responsável pelo caso, as investigações continuam. Os dois suspeitos do crime, Paulo Alves Cursino, 62 anos, e Aluciano Ferreira dos Santos, 31 anos, foram indiciados por homicídio qualificado por motivo fútil.

Na última sexta-feira (27), foi realizada a missa de sétimo dia das vítimas. A Matriz de São Joaquim do Monte ficou lotada para a missa de sétimo dia dos quatro seguranças. Dezenas de pessoas participaram da cerimônia, inclusive os parentes das vítimas, que estavam nas primeiras cadeiras.

Também na sexta-feira, o Instituto de Colonização e Reforma Agrária (Incra) pediu que os integrantes do movimento deixem a fazenda Jaboticaba, que fica a 11 quilômetros do local do conflito. De acordo com o Incra cerca de 60 agricultores estão acampadas no local.

Os sem-terra concordaram em deixar a área, até que a propriedade seja medida. Os fazendeiros e os integrantes do MST divergem quanto ao tamanho da fazenda que foi alvo do litígio.

Para os proprietários, a área teria de 247 hectares. Mas os sem-terra afirmam que a propriedade tem mais de 800 hectares. A diferença é importante porque o Incra só desapropria terras com mais de 500 hectares.

Entenda o Caso
O crime aconteceu na tarde do dia 21 de fevereiro, quando sem-terras tentaram invadiram pela segunda vez a fazenda Jabuticaba, que havia sido reintegrada dois dias antes. Após o episódio, o dono da fazenda teria contratado quatro homens para fazer a segurança do local.

João Arnaldo da Silva 40 anos, José Wedson da Silva, 26 anos, Rafael Erasmo da Silva, 20 anos, e Wagner Luiz da Silva, 25 anos, foram assassinados por disparos de arma de fogo durante um confronto que se iniciou quando um grupo de sem-terras voltou à fazenda.

O MST afirmou que os trabalhadores agiram em legítima defesa e apresentou fotos dos homens armados. A polícia, agora, trabalha com duas hipóteses: a de agressão e a de execução.

A polícia já prendeu dois suspeitos de terem participado do crime. Os agricultores integrantes do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), Paulo Alves Cursino, 62 anos, e Aluciano Ferreira dos Santos, 31 anos, foram autuados na delegacia de Bezerros e estão detidos no Presídio de Caruaru.

Inquérito da morte de seguranças em conflito com MST fica pronto em 2 dias

  1. O Doido de Pedra disse:

    Este tal de MST significa o que? Matadores sem Temor? Esta instituição miliciosa virou escola de pistolagem ou eu realmente sou O Doido de Pedra?

  2. IVAN. disse:

    Não rotule trabalhaodres rurais de assassinos, respeite o MST, não faça como fez o Sr. Gilmar Mnedes, que criminalizou um importante movimento social, cujos militantes, em sua larga maioria, são gente pobre que busca um lugar ao sol. O Brasil sabe em que dá tratar a questão social como caso de polícia. Entre os pobres há os mesmos vícios encontrados nas demais classes sociais. Eles não são melhores nem piores que os demais seres humanos. A diferença é que são pobres, ou seja, pessoas privadas injusta e involuntariamente dos bens essenciais à vida digna.

  3. nicolas disse:

    bom petrolina bem como o sertao pernambucuno teve os primeiros assentamentos da reforma agraria no estado, nas terras do ESCANDALO DA MANDIOCA, pois bem passados estes 15 a 20 anos destes assentamentos terem sido feito ta ai abandonados povo passando fome virando uma FAVELA RURAL, tipo, ASSENTAMENTO FEDERAÇAO, ASSENTAMENTO MANGA NOVA E OUTROS aqui em petrolina.
    pergunto ao sr. JAIME AMORIM coordenador do MST em pernambuco cade a reforma agraria??cade a produçao?? sim porque dinheiro voces recebem atraves das coorperativas cca, coptacac e outras tantas, dos persentuais das moradias, dos percentuais do fomento, e outros, dos pivos que sao vendidos como os pivos dos assentamentos agua viva, catalunia e outros,
    QUERO QUE ALGUEM ME MOSTRE EM ALGUM LUGAR EM PERNAMBUCO ONDE SE VENDA UM KILO DE FEIJAO DE MILHO UM KILO DE MANDIOCA OU DE MACAXEIRA PRODUZIDO POR SEM TERRA ME MOSTRE ONDE PRA MIM IR LA COMPRAR.
    mas antes vivem nos orgaos publicos pedindo mendigando.
    sou afavor da reforma agraria mas desta forma como se esta sendo feita.sou contra.
    dinheiro nao falta é so ir em normandia em caruaru caminho pra santa cruz do capibaribe que vc ver o derrame de dinheiro feito pelo mst, de onde veio este dinheiro preste contas.

    se eu invadir sua casa sou preso
    se o mst invadir sua casa é movimento social. absurdo.m,

  4. O Pensador disse:

    Sr. Ivan, eu simplesmente incluo a organização MST no mesmo saco, do mensalão, mensalin, superfaturamentos das despesas federais,estaduasi e municipais. Por mim toda esta gente iria para um paredão só. Agora reconheço, seria uma muralha um bocadinho grande, mas com certeza com o dinheiro roubado e mal aplicado daria para construi-la muitas e muitas vezes.

  5. Marcio disse:

    Meu amigo IVAN…….Gostaria que me acompanha-se até a loja de carros importados mais próxima, poie eu sou um sem-carro importado, e , estou me sentindo no direito de pegar um a força…..assim também farei com um apartamento na orla, pois sou um sem-apartamento…….Isso é a maior palhaçada que ja vi em minha vida!!!!!!!! Só pode acontecer num pais que tem a corja que tem no governo….

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