Mais uma vez, profissionais da Pro mater relatam situações de desligamento relacionadas à cobrança de salários atrasados.
“Fui demitida após reivindicar meu salário, que está há três meses em atraso, enquanto eu atuava no setor de laboratório”, relatou uma ex-funcionária.
Ela ainda conclui dizendo que, mesmo após o desligamento, os valores não foram quitados e que não há retorno por parte do setor financeiro ou atendimento na unidade. A redação deixa espaço aberto para manifestação do hospital.


