Herdeiro político de Eduardo Campos reforça discurso socialista pelo diálogo em 2018, mas cutuca gestão do PT

por Carlos Britto // 15 de julho de 2017 às 08:49

Herdeiro político do ex-governador Eduardo Campos, o chefe de gabinete do governador Paulo Câmara, João Campos, reiterou o discurso socialista de estar aberto ao diálogo com todos os partidos para as eleições 2018, mas evitou antecipar esse debate. Em Petrolina, onde participou ontem (14), juntamente com Paulo e toda sua equipe, do Seminário ‘Pernambuco em Ação’, João disse que o mais importante, no momento, é focar nas gestões.

“Não estamos num ano eleitoral. Os governos estaduais e as prefeituras pelo País precisam focar na gestão. As pessoas ficam olhando pelo retrovisor, olhando o passado, e esquecendo o futuro do País. Já está passando da hora de olhar para frente e buscar uma solução que possa tirar os 12 milhões de desempregados, dar acesso a creches de qualidade para nossas crianças. Estamos num momento decisivo, de acertar”, ponderou.

Sobre uma eventual reaproximação entre PSB e PT, João disse que esse assunto já foi comentado pelas lideranças do seu partido – o governador e o prefeito do Recife, Geraldo Julio. “Somos da escola de Eduardo Campos. Ele se colocou sempre à disposição do bom debate, do diálogo, e tudo que pudesse contribuir não para um projeto pessoal, mas de desenvolvimento, valia a pena”, declarou.

No entanto, ao ser perguntado sobre as críticas do seu pai ao Governo Dilma, meses antes de passar o comando do Estado para sair em campanha pela Presidência da República, João foi categórico ao criticar a gestão petista.  “Tudo o que ele falava, aconteceu. Dilma entregou o País muito pior do que recebeu, não manteve as condições de governabilidade. E se você olhar o programa de governo que ele desenhou junto com Marina (Silva), tudo é muito atual. O que ele falava de reforma do País, de reforma política, o que aconteceria ao País se aquele grupo (PT) permanecesse no poder é muito atual. Eu acho que ele estava com uma capacidade muito grande da leitura do País”, finalizou.

Herdeiro político de Eduardo Campos reforça discurso socialista pelo diálogo em 2018, mas cutuca gestão do PT

  1. Maria disse:

    Será que ele esqueceu ou não sabe que o pai dele rompeu com a Dilma apenas pelo projeto pessoal, particular, nada a ver com um projeto de Nação. A prova disso é como ele deixou Pernambuco: num imenso buraco escuro.

  2. Cego às avessas disse:

    Manda esse fedelho ir tirar o fedor do mijo, o papai dele é o grande responsável pela triste situação que se encontra o estado de pernambuco atualmente. Era aliado do PT até na hora deste último ver sua popularidade despencar graças à crise econômica e aos escândalos de corrupção, quando lançou-se num projeto pessoal de disputar o cargo de presidente. Portanto, Eduardo era um oportunista de primeira, estava ao lado do PT na saúde e na alegria, mas o abandonou no momento da doença e da tristeza. Com certeza o PSB irá lançar esse moleque como candidato a deputado em 2018, e eu espero que o povo de pernambuco o rejeite nas urnas, pois já está na hora de escorraçar essa família do poder.

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